
segunda-feira, 30 de junho de 2025
Uma vida incrível e maravilhosa, de Emily Henry
sábado, 28 de junho de 2025
As cinco feridas, Lise Bourbeau

Ontem recomendei este livro a alguém e voltei a lembrar-me do impacto que teve em mim.
As Cinco Feridas [Emocionais], de Lise Bourbeau, ajuda-nos a perceber como tantas das nossas dores e padrões vêm de feridas antigas: rejeição, abandono, humilhação, traição e injustiça.
Feridas que carregamos, muitas vezes sem dar conta, mas que continuam a influenciar a forma como sentimos, agimos e nos relacionamos.
Este livro é um convite a olhar para dentro. A reconhecer as máscaras que criamos para nos protegermos — e a iniciar, com gentileza, o caminho de regresso a nós próprios.
Já leste este livro?
sexta-feira, 27 de junho de 2025
Mesmo sem lógica, devemos ser nós próprios

O corpo avança,
mesmo cansado.
Há pedras nos ombros,
pesadas,
invisíveis,
que nos puxam para o chão
quando sonhamos mais alto.
Mas ainda assim,
há um instante
leve, quase silêncio
em que a luz entra.
Pelo olhar,
pela pele,
por dentro.
É aí que tudo repousa:
os dias ganham cor,
o tempo abranda,
e há amor.
Mesmo sem ver,
a luz regressa.
Insiste.
Aquece.
Desafia a lógica da dor.
E é nas raízes,
firmes na terra daquilo que somos,
que se prepara o florescer.
Porque é preciso resistir
antes de florir.
quinta-feira, 26 de junho de 2025
No Tempo das Cerejas, de Célia Correia Loureiro
Ao início, confesso que me custou entrar na história. A narrativa cruza três tempos temporais, e demorou um pouco até conseguir encontrar o fio certo entre as memórias, os relatos e o presente. Mas quando me deixei embalar pelas vozes das personagens — Irene, Serafim, Helena — tudo passou a fluir com uma melodia própria, como um fado bem cantado: com pausas, com dor, com verdade.
No Tempo das Cerejas, é mais do que um romance de ficção com elementos históricos. É um mergulho na Lisboa do antes e depois da Segunda Guerra Mundial, nos segredos que as mulheres guardaram durante gerações, e nas amarras sociais que tantas vezes as silenciaram.
Senti-me nas ruas de Alfama, numa taberna lotada, a ouvir confidências que atravessam décadas. A escrita é bela e imersiva, e a recriação da época — dos anos 20 aos 50 — é feita com rigor e paixão.
Irene é uma força da natureza. Uma mulher que ousou ser o que quis, numa altura em que isso era quase um pecado. E Serafim, o nosso repórter sensível e discreto, dá-nos o olhar de quem escuta sem julgar.
É uma história de amizade feminina, amores proibidos, vinganças e escolhas difíceis. Também é uma reflexão sobre o papel da mulher numa sociedade que a queria muda e submissa.
E, com a calma própria das histórias bem contadas, o final surpreendeu-me de forma inesperada.
Gostei muito.
Já conhecias este livro?
terça-feira, 24 de junho de 2025
Uma Catastrófica Visita ao Zoo, de Joël Dicker

domingo, 22 de junho de 2025
Renascer, de Andreia Ferreira

sábado, 21 de junho de 2025
O Amor Mora Aqui, de Jojo Moyes

terça-feira, 17 de junho de 2025
Pessoas Normais, de Sally Rooney

Pessoas Normais, acompanha Connell e Marianne, dois jovens irlandeses cujas vidas se entrelaçam da adolescência até à universidade. É uma história sobre intimidade, comunicação (ou a falta dela) e o impacto silencioso que temos uns nos outros. A escrita é contida, mas emocionalmente crua – Rooney capta com precisão os dilemas e inseguranças que marcam a transição para a vida adulta.
terça-feira, 3 de junho de 2025
Portugal Vermelho, de Pedro Catalão Moura
