
quarta-feira, 8 de março de 2023
terça-feira, 7 de março de 2023
Há listas de leitura que valem a pena, esta é uma delas!

Sinopse:
Mukesh leva uma vida pacata num subúrbio de Londres e tenta manter as rotinas estabelecidas pela sua mulher, Naina, que faleceu recentemente. Vai às compras todas as quartas-feiras, frequenta o templo hindu e tenta convencer as três filhas de que é perfeitamente capaz de organizar a sua vida sozinho.
Aleisha é uma adolescente que trabalha na biblioteca local durante o verão e que, curiosamente, não gosta de ler. Até que encontra um papel amachucado dentro de um exemplar de Mataram a Cotovia com uma lista de livros dos quais nunca ouvira falar. Intrigada, e um pouco entediada com o seu trabalho, decide começar a ler os livros aí sugeridos.Quando Mukesh vai à biblioteca para devolver um dos livros de Naina e pedir outras sugestões de leitura, numa tentativa de criar laços com a neta, Aleisha recomenda-lhe os títulos da lista.É assim que, livro a livro, vão descobrindo a magia da leitura e encontrando novos significados para as suas vidas.E é através destas leituras partilhadas que Aleisha e Mukesh encontram a força necessária para lidar com os desgostos e problemas do dia a dia e reencontram a alegria de viver.
Opinião:
Esta sinopse é longa, mas leva-nos a conhecer esta história maravilhosa sobre a amizade, improvável, entre um idoso e uma jovem.
Para ser sincera este é um dos livros que não consegui largar até terminar. Para ser mais sincera, ainda, adorei os personagens e fiquei comovida com certos acontecimentos.
A experiência de ler este livro seria ainda mais incrivel se tivesse lido todos livros da lista. Eu li alguns, o que me ajudou a perceber o que os personagens aprenderam com as leituras e o ponto de vista diferente de cada um dos personagens, assim como as lições que dái retiram e se interligam com as suas próprias vivências.
Eu recomendo vivamente este romance, que é sobre amizade, família e uma verdadeira ode ao amor pelos livros.
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Há uma linha que separa... o bem e o mal

Sinopse:
« Sei que, mais cedo ou mais tarde, todos saberão quem sou. Que estarão à minha procura, que falarão sobre mim, que viverão na tentativa inútil de se assemelhar à minha imagem. Teremos apenas de aguardar. Vocês e eu. »
Mariana é uma jovem mulher solitária. Tem um emprego do qual não gosta, passa os dias e as noites sozinha a ler um livro misterioso. Sente um profundo desprezo pela Humanidade, mas não consegue evitar ajudar quem precisa, mesmo que a ajuda venha na forma de um frasquinho de veneno indetetável.
Através das pessoas com quem se vai cruzando, todas vítimas de alguém, Mariana vai eliminando o mal do mundo e, ao fazê-lo, junta uma legião que jura segui-la para sempre, como a uma profeta.
Opinião:
Este foi o último livro que li no ano passado -assim dito parece que foi há imenso tempo- e tenho mesmo de escrever sobre ele, ou não fosse a autora uma conterrânea, aqui, perto de Leiria.
Li esta história rapidamente e com uma sensação de que tudo estava errado com esta personagem. Uma vez que a linha que separa o bem e o mal nem sempre é clara, creio que a sua definição surge claramente deturpada com o objetivo de nos fazer pensar. A mim belisca em muito o meu sentido de justiça.
Mas, talvez, a justiça de alguns siga inconscientemente a lei de Talião e isso foi uma das coisas que mais me incomodou nesta leitura; a outra, não revelo para não dar spoilers.
Eu gostei bastante, especialmente por ser um livro "fora da caixa" e com final inesperado.
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
Reflexão

O "nevoeiro" não me deixou ver o caminho e continuei a avançar, lentamente, num silêncio que adensou o sentimento e a memória de outros tempos - segui em frente, contudo, com a esperança de [o "sol"] regressar. Passaram dias, meses, um ano e mais uns meses, e a vida continuou.
quarta-feira, 2 de junho de 2021
Frases que picam?!

"E olhava a cadela como se não houvesse mais ninguém na sala mais importante do que ela. O bicho dava saltos, empinava-se em ânsias, faria lembrar, coitadinha, a Amy March, de Mulherzinhas, se por acaso a Louise May Alcott a tivesse descrito enquanto cadela, em vez de adolescente burguesa e mimada".
