sábado, 12 de novembro de 2016

O que dizem os teus livros ? + Miminho

 


Todos os blogues procuram interagir com o(a) leitor(a). Ele(a) é alguém virtual e é extremamente importante.E porquê, perguntam vocês? Porque ele(a), quando lê o texto, transporta as suas experiências e vivências, e é, no fundo, um(a) leitor(a) de si mesmo(a).

"O que dizem os teus livros?" é, assim, um convite para uma entrevista. Qualquer um pode participar neste projeto (mesmo que leia pouco), e, ao fazer a inscrição, participa ainda no Sorteio para ganhar um Livro Agenda Fernando Pessoa 2017.



 




Não é linda? "Deus quer, o homemsonha, a obra nasce", não poderia ser mais apelativo. Além do mais, tem um poema por mês e uma citação por semana. Adorei. Adorei.Adorei. Espreitem: 





 


Confesso que andei muito indecisa e que, no início, pretendia oferecer um livro. Mas, como tenho um sentido de pertença muito forte, o meu egoísmo não deixou escolher um único livro, sem pensar :"Eu quero ler", e depois "Não tenho tempo", e "Se calhar não gostam".Bem, por mim falo, quando entro numa livraria deixo o bom senso à porta.Como diz a Pipoca fico Loucaaaaaaa! (ahahah).

 

Portanto, vamos lá a  participar. O procedimento é o seguinte:

1) Devem enviar um email, até ao dia 8 de dezembro de 2016, através do formulário de contato que se encontra na barra à direita;

2) O sorteio será realizado no dia 9 de dezembro e o resultado anunciado no dia 10 de dezembro;

3) Todos os inscritos serão contactados, por email, para responderem a umas questões (coisa simples);

4)Se forem passando aqui e já tiver sido sorteada a Agenda, podem enviar email à mesma, Ok?

Querem fazer alguém feliz? Participem. A minha prenda, neste Natal, são vocês, os vossos livros e aquilo que nos une: a paixão pela leitura.





 





 

 

Raios partam a publicidade! | A sério? # 8

Todos recordam os anúncios da infância e pensam: eram bem feitos! Mas crescemos e muitas coisas passam a ser diferentes. Nós mudamos. É por isso que quando  eu vi este vídeo/anúncio voltei atrás no tempo. 



domingo, 6 de novembro de 2016

Línguas-de-gato|A Deus e a Zeus, uma conversa nonsense#10

Estou vivo! Sim, estooouuu vivooooo. Tenho mesmo de celebrar. Não sei como aguentei tanto tempo sem falar o que se passou durante esta semana. E que semana! Foi assim: no dia em que a minha dona foi ao cemitério (julgo que foi dar flores às pessoas, porque saiu com um ramo enorme), eu e os miúdos ficamos nas nossas caminhas quentinhas. Era dia santo, mas em casa. E era um dia muito simples, sem confusões e sem aquelas flores malcheirosas.Claro que eu costumo acompanhar os miúdos e até tomo conta deles. Para todos os efeitos, em anos de gato, sou o mais velho. Entretanto, vi que estavam a colocar umas bolinhas divertidas num fio e eu fui logo cuscar o que era aquilo.Cheirei. Sacudi, a coisinha, com as patas. Depois, quando apanhei uma, andei com ela por todo o lado. Foi divertido e fiquei bastante impressionado com a minha agilidade. Experimentei a comer. Ufffffffffff. Engoli a coisinha. Corri aflito e deitei-me, quietinho, à espera do meu último dia na terra. Pensei que iria para o céu, mas depois de uma forte dor de barriga, nada aconteceu. Foi falso alarme. Ainda bem, pois senão quem iria lembrar-se das línguas-de-gato?A minha dona refere a expressão “quem não aparece facilmente é esquecido” e eu sigo, sempre, o que ela diz, aparecendo aqui para mais uma conversa sobre "Nope for the pope". Eu não entendo o porquê de as mulheres não poderem ser padres. Algo me diz que será para elas não aparecerem demasiado (a minha dona utiliza aquela expressão, não utiliza?). Depois referem aqui que a escolha é de Deus enão do Homem. Então, Deus não criou o homem e a mulher? Em que ficamos?Discriminação à parte, na qual os humanos são peritos, surgiu-me outra questão, igualmente contraditória, relativamente à Operação Zeus. De acordo como que ouvi (e depois li) a Força Aérea andava a faturar géneros alimentícios por valor superior aos que eram efectivamente fornecidos. Isto significava que eles colocavam bifes do lombinho  e depois serviam carapau frito. Isto é um mero exemplo, é claro. No entanto, fico sempre pasmo em como:grassa a mentira, brincam com a autoridade superior (Religiosa e Aérea, em que ambas se situam lá em cima) e esperam que não se descubra o nonsense. Vamos conversar?

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Nos dois sentidos, o início é o fim


 

? Fim

 audacioso ou o

modernismo

 a desentesar a palavra?!

arrefece-a em ardósia ou

desperdiça-a em ambrósia,

em ponto edulcorante,

com imaginação,

 rima perfeita

no branco do nada,

e, sem segurança,

desleita a estrada;

entra em contramão-do-saber

nas dúvidas por esclarecer

e, na incerteza,

divaga em tristeza,

“sem nada a perder”

é o poema

 


Do início ao Fim.