Hoje vou escrever para vocês usando os títulos dos 9 livros que li.
Janeiro começou com tudo: O Crime Mais Maravilhoso do Ano aconteceu… e não, não foi nada digno de CSI, apenas o suficiente para mexer com a vizinhança. Entre olhares furtivos, surgiu também Uma Questão de Atração, porque, claro, nada como um mistério para acender faíscas.
Enquanto isso, alguém ainda se lembrava de Os Crimes do Verão de 1985 (e sim, Miguel D’Alte tinha razão: até as melhores famílias guardam segredos). Mas nada como um bom lenço para recuperar a compostura em O Caminho Até Casa.
No meio deste caos de emoções, conheci O Neto do Homem Mais Sábio, que me deixou conselhos do género “escuta mais, fala menos”. Pelo caminho, cruzei-me com Lobos (ok, talvez fossem apenas cães muito grandes) e imaginei o que aconteceria se Os Gatos Falassem… se os víssemos. São seres independentes e surpreendentes, por isso fiquei-me apenas pela imaginação.
No fim, quando tudo parecia demasiado complicado, surgiu A Donzela. Não a que espera ser salva, mas a que mata. E foi aí que confirmei o que já sabia: mistérios e segredos são mesmo os melhores ingredientes para as minhas leituras.
Só ficou a faltar Todas as Famílias Felizes, que era o que eu desejava para terminar bem o mês de janeiro.
Fim.
Agora, a realidade.
A realidade ultrapassou qualquer ficção e não consigo deixar de pensar nisso (talvez até seja egoísmo estar aqui a escrever com títulos de livros), mas dou-vos uma explicação plausível: a mente humana é frágil. Por isso, optei por seguir em frente e mudar de mês.
Já que estou em fevereiro, Deus queira que o final feliz apareça. Será provavelmente através das leituras, mas vou acreditar, piamente, que tudo vai mudar à minha volta. Não estou alheia ao que se passa, apenas ativei o meu modo de sobrevivência.
E vocês?

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