sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Nos dois sentidos, o início é o fim


 

? Fim

 audacioso ou o

modernismo

 a desentesar a palavra?!

arrefece-a em ardósia ou

desperdiça-a em ambrósia,

em ponto edulcorante,

com imaginação,

 rima perfeita

no branco do nada,

e, sem segurança,

desleita a estrada;

entra em contramão-do-saber

nas dúvidas por esclarecer

e, na incerteza,

divaga em tristeza,

“sem nada a perder”

é o poema

 


Do início ao Fim.

 

 

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