terça-feira, 25 de outubro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Música com palavras enfeitiçadas
O Dia das Bruxas está quase a chegar. Entre as actividades mais comuns, como vestir fantasias, a partida"doce ou travessura" ou decorar a casa com abóboras, eu prefiro os filmes de terror. É claro que preciso de companhia, pois a minha imaginação exalta o mais pequeno ruído, o que é perturbador. Mas, como faltam ainda alguns dias, lá fui eu pesquisar um video que me deixasse bem disposta e com capacidade humorística suficiente para o impacto do dia 31.
P.S. Mais um video a juntar à minha colecção.
Música com gatos e três palavrinhas
Palavras sem música
Desenhos animados sem palavras
domingo, 23 de outubro de 2016
Línguas-de-gato | A falta de noção dos humanos # 8
Nestes últimos dias, tenho andado deprimido. Não seibem porquê, mas é uma espécie de "feeling". Talvez o meu sexto sentido felino ou apenas uma impressão do subconsciente. Algo se está a passar e ninguém faz nada. A minha dona diz que este tempo não ajuda. Será influência do tempo? É que eu gosto de chuva e gosto de estar em casa. Inclino a pata direita em como todo este sentimento de tristeza está relacionado com as notícias. Não é fácil viver. Bem, DonaldT rump também está a ver a vida a complicar-se. A campanha para as eleições está cada vez mais agressiva. Várias mulheres vieram recentemente a público acusar Trump e ele promete que vai processar todas as mulheres que o acusaram de assédio sexual. É um lavar de roupa suja nunca visto nas eleições americanas. Mas a indiferença ou falta de noção não acontece só aos políticos. De facto, um homem, por volta do meio-dia,em Northampton, Inglaterra, entrou numa loja de artigos para o lar e decidiu levar, sem pagar, uns estores enfiados na roupa e sair, na maior das descontracções. No elevador, foi filmado e a polícia divulgou uma fotografia do ladrão com os estores dentro do casaco a levantar o capuz. O objetivo era identificar o sujeito, mas, no Twitter, recebeu doze mil “gostos” e mais não sei quantas partilhas. Porque é que fico triste? Não percebo as pessoas. Afinal, sou apenas um gato e, quando faço algo errado, no mínimo, levo com um jornal… Dou um miado gigante e depois fico a pensar que o pior não foi levar com o jornal e sim ter levado com a porcaria de notícias que vêm lá dentro. Que falta de noção!
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Questão atroz
Quando, na força das palavras não ditas, surge a insatisfação inútil?
Eis a desdita tristeza que se apressa numa lágrima fútil.
Já nada ocupa o seu ser, a não ser uma espécie de doença,
cinzenta, em forma de questão. Quan-do,
nestas sílabas silencia a atenção
que dedica à lembrança das noites com voz ciciada em macia tentação.
Vira o mundo e desmaia
a expressão (do rosto), mas esforça
a mente na procura de um resquício da noite inconfidente
e agora atravessa demente
a desabitada areia da praia,
onde as ondas engomaram e enrolaram a escravidão.
O mar, traiçoeiro, havia chegado perto da areia e baralhado em água a emoção.
Havia chegado, ainda, o vento desleal e, bem veloz, O momento atroz.
Acorda para o tempo verbal das palavras e contempla
as suas pegadas cinzentas demarcadas,
entretanto,arrastadas
pelo Mar, pela Vida epela insidiosa Pergunta:
QUANDO?
Sintonia do imaginário
A bloggess pediu que a ajudassem a colorir este desenho e que lhe enviassem o resultado. É relaxante. Gastei duas horas e nem dei pelo tempo passar. Bem sei que não está perfeito, mas é um trabalho moroso e de muita paciência. Além do mais, não usei qualquer critério na escolha das cores.Acho que expressei uma explosão de criatividade imaginária. Já quanto à qualidade, temo ter arruinado, um pouco, o desenho da Jenny. Ups. Sorry, Jenny.
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