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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Ele é meu, de Dorothy Koomson

 


Neste livro, acompanhamos Robyn “Avril” Managa, que aos doze anos testemunhou o pai controlador e abusivo matar a mãe. Enquanto ele recebeu uma nova identidade através do programa de Proteção de Testemunhas, Robyn foi deixada num lar de acolhimento, crescendo com o trauma e a sede de vingança. Já adulta, decide ajustar contas com o passado, eliminando todos os que tiveram ligação ao caso do pai e deixando junto de cada vítima um bilhete enigmático: “Ele é meu”. Só no final consegui perceber o verdadeiro significado desta mensagem — e confesso que fiquei surpreendida.

Na investigação surge a Dra. Kez Lanyon, profiler e terapeuta, determinada a compreender a mente perturbada de Robyn e a travá-la antes que mais vidas se percam. Tal como uma boa personagem de thriller psicológico, também ela guarda os seus próprios segredos.

O livro está dividido em catorze partes, o que lhe dá um bom ritmo, e tem várias reviravoltas inesperadas. Senti a intensidade psicológica a crescer ao longo da leitura, com momentos que me prenderam completamente.

Por outro lado, talvez por conhecer a autora apenas através dos seus romances e não ter lido o thriller anterior, houve passagens que me pareceram um pouco forçadas e por vezes tive a sensação de déjà vu, como se já tivesse lido algo semelhante. Ainda assim, a experiência foi muito positiva e gostei da forma como a autora se aventurou neste género.

Em suma: Recomendo a quem gosta de thrillers densos e perturbadores. Apesar de algumas passagens me parecerem já vistas, a leitura foi muito envolvente.

Já leste algo da autora neste género? Conta-me nos comentários!

Classificação: 4*/5*

quinta-feira, 18 de maio de 2017

A praia das pétalas de rosa, de Dorothy Koomsom

a praia das pétalas de rosa.jpg


Já li dois livros desta autora e, como gostei da sua escrita, resolvi arriscar a ler mais este. Adorei a capa. Acho-a muito alegre e colorida. Porém, já não considero o seu conteúdo leve. Este romance é um pouco triste e denso e as personagens são psicologicamente complexas. Aviso que a minha opinião é um pouco suspeita, dado que odiei (bastante) o Scott, marido de Tamia, e embirrei com as atitudes dela (Tamia).
Para quem não conhece, esta escritora costuma escrever histórias com mulheres negras, sofridas, e que lutam e enfrentam a vida, no entanto, não estava preparada para uma mulher que que se limita a relevar as falhas do marido.

Quanto às personagens, achei-as muito bem construídas e a estrutura da história bem conseguida.

 

Sinopse: Todas as histórias de amor sofrem reviravoltas.Depois de quinze anos de um grande amor e um casamento perfeito, Scott, marido de Tamia, é acusado de algo impensável.
De repente, tudo aquilo em que Tamia acreditava - amizade, família, amor e intimidade - parece não ter qualquer valor. Ela não sabe em quem confiar, nem sonha o que o futuro lhe reserva.
Então, uma estranha chega à cidade, para lançar pétalas de rosas ao mar, em memória de alguém muito querido e há muito perdido. Esta mulher transporta consigo verdades chocantes que transformarão as vidas de todos, incluindo Tamia que será obrigada a fazer a mais dolorosa das escolhas…
O que estaria disposta a fazer para salvar a sua família?