Ir ler para um banco de jardim? Claro, parece saído de Pinterest: sol a bater na perfeição, passarinhos a ensaiar ópera e aquela brisa digna de anúncio de televisão.
A realidade? Sentei-me num bloco de cimento gelado, com o vento a tentar colar o cabelo à cara como se isso fosse ajudar o meu mood de leitura.E a cereja no topo do bolo? O banco exibia orgulhosamente uma palavra obscena, pintada a spray em letras gordas, como quem diz: “Bem-vindo à experiência literária hardcore.”
Conclusão: Ler no jardim? Só se for versão extrema — vento, cimento e palavrões incluídos.
E vocês, arriscavam-se a ler assim ou ficam pelo sofá seguro de casa?
6 comentários:
😅
O vento era forte mas a palavra era mais ainda
Se o livro for bom... o lugar é o menos importante.
Beijinhos
Bem... Se fosse por aqui, seria mais: uma brisa de ar quente à sombra a não deixar respirar em condições, todos os centímetros de pele a suar e um banco quente ou a ferver, dependendo de quanto tempo estaria já à sombra... Fico-me pelo sofá (ou no meu caso, cama) seguro de casa mesmo 😅 Também prefiro ler com silêncio, de qualquer forma...
Verdade, verdade… mas prefiro o sofá de casa, porque aquele banco no jardim tinha um palavrão e não era nada confortável!
Beijinhos.
ahahah, realmente os bancos de jardim não ajudam!
Também prefiro o sofá ou a cama… nada de bancos com calor ou vento, é só puro conforto literário.
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