Durante a Segunda Guerra Mundial, uma mulher seduzida pela propaganda nazi junta-se ao programa Lebensborn. Décadas depois, a sua filha descobre, sem suspeitar, a sua verdadeira origem. A morte do avô dá início a uma viagem pela Europa (da Inglaterra à Noruega e Berlim) em busca de respostas e de uma irmã que nunca conheceu. Uma história de segredos enterrados, identidades roubadas e consequências que atravessam gerações.
A Filha do Alemão prende e envolve: mistura história e emoção de forma eficaz e faz-nos refletir sobre identidade e legado. Mas confesso: esperava aquele momento “uau” que me fizesse suspirar… e acabou por ser uma leitura mais tranquila nesse aspeto. Continua a ser interessante e vale a pena, só que sem aquele efeito surpresa que imaginei.
Acreditam que conhecer o passado nos transforma… ou apenas nos deixa cicatrizes difíceis de sarar?



