Gosto de ler porque me faz desligar. Da pressa. Das vozes. Dos pedidos constantes de atenção.É quando me perco num livro que encontro um silêncio bom, um espaço meu — onde o tempo se estica e a mente respira.Mas, ultimamente, até esse refúgio parece menos imune.As redes sociais não param. Pedem, puxam, exigem. Mais presença, mais conteúdo, mais rapidez.Nem sempre mais qualidade.E isso pesa.
Até o que é leve começa a cansar. Até o prazer da leitura sofre pequenas interrupções invisíveis, ruídos constantes que nos distraem do essencial. Ler devia continuar a ser isso: um desligar inteiro, um estar por completo. Talvez o desafio esteja em reaprender a proteger esse espaço.E não permitir que a urgência lá fora nos roube a paz cá dentro.
sexta-feira, 4 de julho de 2025
Desligar para ler
quinta-feira, 3 de julho de 2025
Primeiro Semestre 2025:

Li muito, li pouco, li quando quis e quando não quis.
No fim, o que fica é o hábito — ler é sempre continuar a viver.
terça-feira, 1 de julho de 2025
Frases para pensar
Tudo sabe a pouco, e a nada, mas é no pouco, no nada,que encontro o tanto que me faz respirar, o tanto que me faz querer ficar.
Tudo é nada, quando a alma pede sentido.
E ainda assim, esse mesmo pouco, esse nada, faz tanto — porque é nele que se medem as nossas maiores vontades,os gestos pequenos que acabam por ser tudo.
Como avalio os livros que leio
Sempre que termino um livro, gosto de o avaliar com base em 6 categorias que, para mim, fazem toda a diferença numa boa leitura: Enredo e ação, Personagens, Estilo de escrita, Originalidade, Impacto emocional e Final. Cada uma destas categorias recebe uma pontuação de 1 a 5 estrelas️ e depois obtenho a média.
Nem sempre um livro precisa de brilhar em tudo para me conquistar… e, quando várias destas áreas se destacam, é quase certo que vai ficar comigo por muito tempo.️
E tu, costumas avaliar os teus livros? Que critérios usas?
segunda-feira, 30 de junho de 2025
Uma vida incrível e maravilhosa, de Emily Henry

Este foi o primeiro livro que li da Emily Henry e, apesar de um arranque mais lento, acabou por me conquistar. Alice e Hayden encontram-se numa ilha paradisíaca para escrever a biografia de Margaret Ives, uma mulher envolta em mistério e segredos profundos.
Com uma narrativa que intercala passado e presente, o livro explora a rivalidade entre os protagonistas, que querem ser escolhidos para escrever a história da Margaret, e acrescenta uma camada extra de interesse com a revelação gradual de segredos.
O final recompensa quem persiste numa leitura que começa mais calma, mas que se revela perfeita para um verão cheio de mistérios e emoções.
E tu, já leste algum livro da Emily Henry? Qual é o teu favorito?
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