segunda-feira, 2 de julho de 2018

A gratidão não custa nada e atrai bons pensamentos.

O ANO 2018 JÁ VAI A MEIO e chegou a altura de fazer um balanço e anotar as coisas boas que ele trouxe. Fiz novas leituras, conheci novos autores e consegui uma vitória: manter este espaço. Quem anda por aqui sabe ao que me refiro e percebe que a vida tem vicissitudes que nos sugam a energia.


Mas falemos dos posts que são publicados todos os dias, aqueles que me levam a rir e até sentir uma certa tristeza. Procuro dar sempre a atenção que gostaria de receber. Afinal somos humanos a utilizar as tecnologias. Sentimos, Vivemos, temos Problemas e gostamos sempre de uma Palavra (ou de um smile- sapinho-sorridente).


 


É por isso que ADMIRO A EQUIPA DO SAPO pela atenção que dedicam ao que escrevemos e pela forma como espalham a magia sem que se apercebam. Com os vossos destaques dão a atenção a determinados temas e de certa forma incentivam esta sapinha a continuar a escrever posts, tais como: A curiosidade literária é ... muito forte, 15 livros para ler em 15 dias, O meu FrankensteinO bicho-da-seda, de Roberth Galbraith e Um sentido para o Blog.


 


Da mesma forma que agradeço à equipa do SAPO, fico grata aos 691 visitantes da História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, aos 410 de O Vendedor de Passados, de José Eduardo Agualusa | Livro secreto # 2 , aos 251 de Um sentido para o blog e aos 247 de O vermelho e o negro, de Stendhal, por mais partilhas de livros e pensamentos.


 


Aos 2.208 visitantes do Porto,  1.601 de Lisboa e 886 de Leiria, à equipa do SAPO, aos leitores em geral, MUITO OBRIGADA.


 


ASSIM, SIM, VALE A PENA CONTINUAR A ESCREVER.


 



 

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Uma conclusão óbvia (ou talvez não) #3

As ideias surgem donde menos se espera e são como a água dos rios que passa acelerada em direçao mar; são as asas das aves que imigram para os países quentes e, por vezes, só as vemos de ano a ano. 


As ideias saiem disparadas, sendo importante agarrá-las com força sob pena de se desvanecerem.


Para perceberem a conclusão óbvia de hoje, têm de olhar primeiro para este post, da nossa querida Mulinha, e para um dos desafios extra da Maratona Literária de Verão (aqui), mais concretamente, "Tirar uma fotografia que mostre o quanto os livros te fazem feliz".


Aparentemente, os post´s são totalmente diferentes, mas eu, em modo de nostalgia, inspirei-me no post da Mulinha, acionei a minha arte criativa e fui buscar um tesourinho para demonstrar a alegria e orgulho que tenho nos meus tesouros livrescos.


Claro que tenho noção de que os post´s sobre livros estão muito atrasados, porém, esta minha veia pensadora, não pode deixar de partilhar convosco o seguinte:


 


"O amor é cego e isso também se aplica ao amor pelos livros".


(Nina Sankovitch)


 


Contrariamente à Mulinha, que tem um lindo vestido que ainda lhe serve na perfeição, nesta sessão arrojadamente embaraçosa verifiquei que não consigo fechar o fecho do  meu vestido de noiva. Mas isso não importa nada porque o que eu gostaria de saber não é se o amor é cego, mas sim se o amor pelos livros:


a) faz engordar;


b) faz perder a memória e a noção do tempo que passou (19 anos, para ser precisa);


c) leva a fazer figurinhas tristes;


d) é uma forma de diversão.


 


Qual acham que é a resposta certa? 


 


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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Loucuras (boas) de Verão?



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"O verão está instalado no meu coração".


Clarice Lispector



 

Oh Verão, onde andas que mal te vi chegar? Costumo ver-te no silêncio da praia, pelo menos de manhã, e nessa altura a maresia, fresca, perfuma o ar. É a época feliz de despreocupações e de leituras sublimadas pelo relaxante tempo livre.

Então e onde está a loucura, perguntam vocês daí?

Pois, não sei, mas talvez na parte de aproveitar ao MÁXIMO o que mais gosto de fazer, LER, mesmo estando a trabalhar. Quero dizer, nada de confusões, eu não leio no trabalho, mas bem que gostava :), acho que vou ter de organizar muito bem o meu tempo livre.

 

Falando, portanto, em loucuras (das boas), como ando a ler mais do que é habitual, resolvi aceitar o convite para a Maratona Literária Palavra de Verão organizada pela Roberta do blog Flames e pela Cristina do Linked Books.  Esta Maratona é baseada em palavras relacionadas com Verão. Cada livro só pode contar para apenas  para um desafio e o objetivo será o de ler o maior número possível de páginas (para se poder habilitar a ganhar um dos prémios) entre 22 de junho e 22 de setembro.

Além disso, quem conseguir fazer todos os desafios extra ganha um bónus de 250 páginas lidas.

 

Parece-vos bem? Na realidade, eu achei que sim, principalmente quando descobri que na minha estante existiam TODOS os livros necessários paras as 21 categorias. Portanto, bora lá que não há tempo a perder...

 

 


 


DESAFIOS GERAIS

 

1 - Água- Um livro que tenha elementos de água na capa -  Arquipélago,de Joel Neto 

2 - Amigos/família - Um livro emprestado ou recomendado por um amigo ou familiar - Para onde vão os guarda-chuvas, de Afonso Cruz

3 - Aniversários/Festas/Bailaricos - Um livro que foi oferecido ou que gostaria que me tivesse oferecido - O meu ano mágico, de Nina Sankovitch

4 - Aventuras/Comboio/Passeio - Um livro de um género literário que nunca li ou que raramente leio -Laranja Mecânica, de Anthony Burgess


5 - Azul - Um livro cuja capa seja maioritariamente azul - A volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne



6 - Caipirinha - Um livro de um autor brasileiro ou cuja acção decorra no brasil - Verónica decide morrer, de Paulo Coelho



7 - Calor - Um romance, uma história de amor ou um livro erótico- O Despertar, de Kate Chopin



8 - Campo/Rios/Serras - Um livro cuja acção se passe maioritariamente na natureza ou cuja capa tenha elementos da natureza - O outro lado do Paraíso,de Paul Theroux



9 - Churrasco/Grelhados/Convívios/Esplanadas - Um livro cuja capa ou título tenha coisas de comer ou de beber - A quinta dos animais, de George Orwell



10 - Cor - Ler um livro LGBT - Amor Livre, de Ali Smith



11 - Descanso - Um livro que já tenha para ler há muito tempo - Shantaram, de Gregory David Roberts



12 - Diversão - Um livro do meu género favorito - Os enamoramentos, de Javier Marias 



13 - Férias - Um livro com menos de 100 páginas - Morte en Veneza, de Thomas Mann



14 - Gargalhadas/Boa Disposição - Um livro de humor, cómico ou divertido - M*rdas que o meu pai diz, de Justin Halpern



15 - Livros/Ler - Um livro de um dos meus autores favoritos - O filho de mil homens, de Valter Hugo Máe



16 - Mar/Pescadores/Passeios de Barco - Um livro cuja capa tenha um animal aquático - Nem todas as baleias voam, de Afonso Cruz



17 - Noitadas/Noites na rua - Um livro de vampiros, de terror, um livro negro ou um livro cuja capa seja maioritariamente preta - Adão e Eva, de António Parada



18 - Paz - Um livro com a palavra PAZ no título, ou cujo título tenha letras com as quais se pode formar a palavra PAZ- Quem disser o contrário é porque tem razáo, de Mário Carvalho 



19 - Sangria - Um livro de um autor espanhol ou cuja acção se desenrole em Espanha - Paixão Índia, de Javier Moro



20 - Sol - Um livro cuja capa seja maioritariamente amarela, com SOL no título ou cujo título tenha letras com as quais se pode formar a palavra SOL - Vozes de Chernobyl, de Sevetlana Alixievitch



21 - Viagens/Regresso ao País - Um livro passado num país que já visitei, que gostaria de visitar ou passado no teu país natal - As partículas elementares, de Michel Houellebecq.


 


DESAFIOS EXTRA

 

A cada desafio extra acrescem 25 páginas na contabilização final. 

1.Praia/Piscina 

Tirar uma fotografia na praia ou na piscina com o livro que estão a ler no momento.  

2.Alegria/Sorrisos/Felicidade

Tirar uma fotografia que mostre como os livros te fazer sentir feliz.  

3.Piqueniques 

Tirar uma fotografia do teu livro a fazer um piquenique 

Elementos obrigatórios: uma toalha de piquenique e o livro do momento.  

4.Ar livre/Céu azul 

Troca um livro numa cabine de leitura, requisita um livro numa biblioteca ao ar livre ou compra um livro numa feira de rua/banca/quiosque.  

5.Gelados 

Tirar uma fotografia com o gelado favorito e o livro.

 

 

Nota: Alguns livros poderão vir a ser substituídos por outros, até porque quero divertir-me com estas leituras todas.

 

 

quarta-feira, 20 de junho de 2018

A curiosidade literária...é muito forte!

No outro dia, fui ao centro comercial e vi uma rapariga sentada numa mesa a ler um livro. Nada fora do normal e deveria seguir o meu caminho encantada com as minhas compritas. Quando tomo consciência do local onde me encontro fico em estado de choque (e a duvidar do meu perfeito juízo), uma vez que (não sei como, acho que as pernas me levaram, ou os pés, claro) dei por mim a seguir um trajeto que resultou num ligeiro desvio, aproximando-me mais do que devia, só para ver se conseguia ver o título do livro.


Que figurinha!!!


E vocês, já tiveram uma curiosidade assim tão forte?


Deixo-vos um vídeo para pensaram melhor sobre o assunto.



 


 


 


 


 

segunda-feira, 18 de junho de 2018

15 livros para ler em 15 dias.

Os livros não se medem pelo tamanho e eu adoro histórias que se leem num dia. Pensado nisso, selecionei 15 livros com poucas páginas ou, para ser mais precisa, em que a leitura é muito rápida - e em que nem se dá conta do tempo passar.


 


1- Farenheit 451


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Guy Montag é um bombeiro. O seu emprego consiste em destruir livros proibidos e as casas onde esses livros estão escondidos.


 



 2-Boneca de Luxo


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Holly Golighly é mais do que uma boneca de luxo. Deslumbrante, espirituosa e ternamente vulnerável, inquietando as vidas dos que com ela se cruzam.


 


3-Os livros que devoraram o meu pai


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Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. 








 


 


4-A quinta dos animais


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Esta história é uma fábula em que os animais são personificados, possuindo carateristicas e comportamentos dos humanos.



 


 


5-Vamos comprar um poeta


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Numa sociedade imaginada, o materialismo controla todos os aspetos das vidas dos seus habitantes. Todas as pessoas têm números em vez de nomes, todos os alimentos são medidos com total exatidão e até os afetos são contabilizados ao grama. E, nesta sociedade, as famílias têm artistas em vez de animais de estimação. 


 


6-O tigre branco


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Toda a obra é uma longa carta dirigida ao Primeiro-Ministro chinês, escrita ao longo de sete noites. O autor da carta apresenta-se como o tigre branco do título, e auto-denomina-se um "empreendedor social". Descrevendo a sua notável ascensão de pobre aldeão a empresário e empreendedor social, o autor da carta, Balram, acaba por fazer uma denúncia mordaz das injustiças e peculiaridades da sociedade indiana. 


 


7-O rapaz do pijama às riscas







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Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…


 








 


8-O Velho e o mar


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Santiago, um velho pescador cubano, está há quase três meses sem conseguir pescar um único peixe, quando o seu isco é finalmente mordido por um enorme espadarte. O peixe imponente resiste, arrasta a sua canoa cada vez mais para o alto mar, na corrente do Golfo, e obriga a uma luta agonizante de três dias que o velho Santiago acabará por vencer, para logo se ver derrotado. 


 








 


9-O alienista


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 Quando o Dr. Simão Bacamarte, médico psiquiatra, homem da ciência, constrói um asilo em Itaguaí, nada faria prever os acontecimentos que lhe sucederam. "Eram furiosos, eram mansos, eram monomaníacos, era toda a família dos deserdados do espírito." Mas quem eram, afinal, os loucos? 


 


 


10-A morte de Ivan Ilitch


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Este livro tão breve, uma das maiores obras-primas do espírito humano, tem sido, desde a sua publicação, um motivo de controvérsia para a crítica: trata-se de uma obra sobre a morte ou de uma obra que nega a morte?.


 


11-Maresia e Fortuna


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Para Eduardo, de 17 anos, o amor é a mãe e o irmão mais velho, Simão. Este, porém, tem um segredo que o empurra para a bebida e Eduardo receia que o seu irmão se suicide, tal como o pai de ambos o fizera, dez anos antes.







Júlia acredita que passou ao lado de um grande amor. Em busca da verdade que mudará a sua vida, regressa à vila de Apúlia para reconstruir um passado de que não se consegue recordar.









 


12-Pena de viver assim


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A protagonista, que se torna tema central do conto, é a senhora Leuca, uma mulher abandonada pelo marido durante onze anos. A sua nostalgia e a sua dor são contínuas e fazem com que ela assista ao desenvolvimento da sua própria vida sem ter poder de intervenção. 







 


13-O Estrangeiro


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Meursault recebe um telegrama: a mãe morreu. De regresso a casa após o funeral, enceta amizade com um vizinho de práticas duvidosas, reencontra uma antiga colega de trabalho com quem se envolve, vai à praia - até que ocorre um homicídio. 







 








 


14- A metamorfose


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«Certa manhã, ao acordar após sonhos agitados, Gregor Samsa viu-se na sua cama, metamorfoseado num monstruoso insecto.» 


 


15- História de uma gaivota e do gato que ensinou a voar


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Esta é a história de Zorbas, uma gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr. Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar.


 


*Excertos das respetivas sinopses.