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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Uma conclusão óbvia (ou talvez não) #3

As ideias surgem donde menos se espera e são como a água dos rios que passa acelerada em direçao mar; são as asas das aves que imigram para os países quentes e, por vezes, só as vemos de ano a ano. 


As ideias saiem disparadas, sendo importante agarrá-las com força sob pena de se desvanecerem.


Para perceberem a conclusão óbvia de hoje, têm de olhar primeiro para este post, da nossa querida Mulinha, e para um dos desafios extra da Maratona Literária de Verão (aqui), mais concretamente, "Tirar uma fotografia que mostre o quanto os livros te fazem feliz".


Aparentemente, os post´s são totalmente diferentes, mas eu, em modo de nostalgia, inspirei-me no post da Mulinha, acionei a minha arte criativa e fui buscar um tesourinho para demonstrar a alegria e orgulho que tenho nos meus tesouros livrescos.


Claro que tenho noção de que os post´s sobre livros estão muito atrasados, porém, esta minha veia pensadora, não pode deixar de partilhar convosco o seguinte:


 


"O amor é cego e isso também se aplica ao amor pelos livros".


(Nina Sankovitch)


 


Contrariamente à Mulinha, que tem um lindo vestido que ainda lhe serve na perfeição, nesta sessão arrojadamente embaraçosa verifiquei que não consigo fechar o fecho do  meu vestido de noiva. Mas isso não importa nada porque o que eu gostaria de saber não é se o amor é cego, mas sim se o amor pelos livros:


a) faz engordar;


b) faz perder a memória e a noção do tempo que passou (19 anos, para ser precisa);


c) leva a fazer figurinhas tristes;


d) é uma forma de diversão.


 


Qual acham que é a resposta certa? 


 


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