quarta-feira, 11 de abril de 2018

Procuro um livro... mas esqueci o título.

Quem nunca se esqueceu de um determinado livro que despertou a atenção e apenas se lembra da cor da capa?


É precisamente a pensar nos leitores mais "distraídos" que, na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, se encontram expostos vários livros de acordo com a cor da capa.


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Não acham uma ideia fantástica? E não são tão coloridas?


Por acaso, só mesmo por acaso, querem saber quem é que é distraído? Acho que não são nada os leitores (que até se lembram da cor da capa) e sim o senhor que se segue.... 


 



 

terça-feira, 10 de abril de 2018

Explicações precisam-se.

Como sabem, as crianças são muito curiosas. E quando surge a fase dos porquês, oh, lá, lá? É um sem fim de perguntas, não é? Essa fase ocorre por volta dos 2-3 anos, dizem os pediatras, mas aqui em casa já dura há nove anos (seis para ser mais precisa) e chego a pensar que preciso de ter um dicionário à mão (ou o telemóvel ligado para ir discretamente ao google, vá). As mães não sabem tudo e quem acha que sabe não se deparou com perguntas difíceis ou com reações inesperadas. Não sei se concordam comigo ou se já tiveram dias menos bons, mas peço que compreendam o meu sentimento de frustração quando ao fim do dia, por vezes já totalmente de rastos, oiço perguntas atrás de perguntas ao inves do tão desejado silêncio. 


Como já referi, o meu filho ainda está na idade dos porquês. Tudo lhe desperta a atenção, pelo que anda sempre à procura de situações ou de contextos para mais uma revoada de perguntas. Garanto-vos que nem sempre consigo ter a resposta certa na ponta da língua e que, geralmente, fico com a impressão de que poderia ter dado uma explicação melhor.


Para ilustrar a nossa última conversa, arranjei uma pequena BD com a pergunta que ele me fez, com a minha resposta e com a confusão que se gerou.  Desta vez, chorei de tanto rir.


Ai, a inocência das crianças...


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segunda-feira, 26 de março de 2018

O outro lado

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Quando o que mais desejas é perder-te nos livros e esquecer o mundo real, esvazias os dias e procuras um ideal (rima e tudo!). Por vezes perco-me, assim, no outro lado. A vida é demasiado rotineira para ser preenchida da mesma forma, pelo que procuro nas leituras retirar o melhor dos meus dias. Acreditem ou não, ainda não desapareci, apenas sobrevivi.  Ler nunca é demais.


 


 


*Livros lidos em fevereiro e março.


 

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Reinventar-se.

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Reescrevo, aqui, aquilo que considero, aparentemente, indecifrável, e pinto a força interior num escudo de forma a impedir que  se sirvam de míseras psicologias beligerantes de submissão à vontade. A pele estranha em mim desenvolveu uma casca grossa de absurda honestidade e não acredita que possa algum dia vir a ser tatuada com letras estranhas de hipocrisia. Sem saber, sabendo, repito sempre o mesmo processo - mais um recomeço. Para tal amenizo o ego ou o consciente e liberto o momento. O cérebro, frágil, desobedeçe e regista tudo em segundo plano e nos pensamentos e nos sonhos não viajo à toa.Reescrevo um novo começo, mas com a consciência de que posso olhar o sol sem filtros. Sou justa e espero o mesmo dos outros.


 


 Imagem: daqui.