terça-feira, 18 de julho de 2017

Línguas-de-gato | Estou cansado de tentar perceber os humanos # 37

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Esta semana não tenho muito para contar. Só uma coisinha. Nada de importante. Nem sei se fale nela. Não interessa mesmo nada.


Sou um gato educado e nem costumo cometer inconfidências, mas miau... custa um bocado não ter ninguém com quem desabafar. O Amado gato falou tudo o que quis e lhe apeteceu e ando um bocado consumido com a história. Miar muito pode ser complicado por aqui (não sei se não me alteram a voz com inteligência artificial). Pronto. Acabou. Estou cansado.


Okay, estou mortinho por contar outra situação histórica! A Pipoca foi ao veterinário pela primeira vez e foi examinada da cabeça aos pés. Acho que lhe devem ter feito o mesmo que me fizeram na última vez que lá fui, porque veio a queixar-se de um termómetro colocado num sítio onde não é suposto. Penso que tiram a temperatura ou assim. Os humanos são mesmo estranhos. Rnhauuu. 


Miau, estou mesmo cansado de miar no assunto. 


Inteligência artifelina...


Agendar para amanhã...


E publicar ...


 


 


 


 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Quem é fofo, quem é?


 O vídeo "O leitor do comboio" está hoje em destaque no SAPO.


O Mr. Bean é uma figura que todos conhecemos e que nos faz rir há séculos.


Ora, como pensadora cá do bairro, puxei pela cabeça (mentira)... e o agradecimento que saiu foi este: que FOFO!  

O leitor do comboio | A sério # 19


 Bom fim-de-semana e boas leituras!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Casa de Bonecas, de M. J. Arlidge

 


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Opinião: O desconto de 50% chamou por mim, a capa disse para comprar e eu fui. Esta é parte da minha história, porque, quanto ao livro, de um género thriller policial que geralmente não desilude, tem uma narrativa que "agarra" logo o leitor.


Resumindo, a história inicia-se quando um corpo de uma jovem é encontrado numa praia e outra jovem desapareceu. Helen Grace é detective e inicia a investigação da morte e do rapto. É, portanto, em capítulos curtos, que vamos conhecendo as personagens, alternadamente, desde a detective aos colegas, à vítima e ao assassino. 


Achei uma boa história, mas tive a sensação que faltava algo. Na verdade, existem três livros publicados antes deste e que deveriam ter sido lidos pela seguinte ordem: Um, Dó, Li, Tá, À Morte Ninguém Escapa e O Anjo da Morte.  Ainda assim, considero que a história não tem pontas soltas nem é a continuação de nenhum dos outros, pelo que a tal sensação, de que falei anteriormente, se resume à necessidade de ler mais para poder formar uma opinião sobre a escrita do autor e sobre o passado enigmático da personagem Helen Grace.



Eis um livro que se lê num ápice e que proporciona um total "desligamento" das redes sociais (a quem é viciado), bem como bons momentos de entertenimento (a quem precisa de distração).

Enfim, é o livro ideal para ler num fim-de-semana ou nas férias.

 

 

Sinopse: O corpo de uma jovem é desenterrado numa praia remota, mas o seu desaparecimento nunca tinha sido denunciado. Alguém a mantivera «viva» ao longo do tempo, enviando à família, regularmente, mensagens em seu nome.







Para a detetive Helen Grace, todas as provas apontam para um assassino em série, um monstro distorcido mas engenhoso e hábil — um predador que já matou antes.
À medida que Helen se esforça por destrinçar as motivações do assassino, ela compreende que se trata de uma verdadeira corrida contra o tempo. Uma única falha pode significar a perda de mais uma vida.