quarta-feira, 7 de junho de 2017

Adoro desafios e Mistérios # 6

x915.jpg


 Aproxima-se o dia 10 de junho altura em que o blogue O Livro Pensamento comemora um ano. Para mim é um dia muito especial e não posso deixar de expressar um certo sentimento de que cumpri o destino (espero). Sem dúvida que me desafiei ao máximo, embora sem certezas. A incerteza esmagou e doeu bastante (nem sequer sabia se aguentaria muito tempo o frenesim cibernético), mas custou mais a depressão e a falta de tempo. Aos poucos e poucos, fomentando os pensamentos positivos e divertidos, busquei vídeos e palavras inspiradoras. Já a tristeza, essa teimou em forrar a alma de angústia. É mesmo teimosa!!! Então surgiram palavras confusas e de delicada compreensão em brainstorm. O efeito positivo que a leitura me transmitiu, ao ler o que os outros escrevem, venceu a tristeza através do preenchimento de um vazio de incompreensão. Apesar de ainda não saber o futuro, acredito que vou sempre fazer mais e melhores leituras. A terapia dos livros, para cada momento em particular, permite muitas horas de alegria, de viagem e de mudança. Sei agora que conhecer os mistérios que cercam um escritor, as suas palavras, os seus estilos de escrita e os seus pensamentos, é algo difícil mas não impossível.


Felizmente o espírito aventureiro e misterioso dos livros de Agatha Christie fizeram com que saísse da minha zona de conforto e da rotina do dia-a-dia.Conheci bloggers. Discuti livros com o grupo da Roberta em Conversas Livráticas. Comentei o Pesadelo com a Magda. Arrisquei Livros Secretos com a Maria João.  E conheci escritores, como Valter Hugo Mãe, Afonso Cruz, Ondjaki, Nuno Camarneiro, Gonçalo M. Tavares e Augusto Cury.


domingo, 4 de junho de 2017

Apresentação do livro «O Homem mais inteligente da História» com Augusto Cury

Augusto cury.jpg


 

A saga de um pensador, de Augusto Cury

a saga de um pensador.jpg


Opinião: Do início ao fim, embarcamos numa viagem de descoberta ao mundo interior sem esquecer a existência do Outro. Portanto, tendo presente que quer a psicologia quer a filosofia são "instrumentos" que ajudam a ultrapassar certos problemas de saúde mental, descobrimos que o mais importante é saber aprender a gerir as emoções. Curiosamente, já tinha ouvido falar de inteligência emocional, mas, para mim, a gestão de emoções é mais intuitiva e fácil de entender. Ouso ainda afirmar que este é o primeiro romance psíquico que li, porque estamos perante uma história romanceada que nos leva a refletir sobre o funcionamento da mente e a construção do pensamento.


Assim, durante a leitura, devemos manter a mente aberta às ideias que, aos poucos, nos vão sendo transmitidas através da história de Marco Polo, um jovem estudante de medicina, e de "Falcão", um filósofo sem-abrigo. Os seus caminhos cruzam-se quando Marco Polo resolve descobrir a história dos corpos anónimos na sala de anatomia e as conversas entre os dois levantam uma série de questões profundas.


Um livro fascinante cuja premissa é fazer-nos refletir um pouco sobre o que nos torna verdadeiramente ricos...A capacidade de encontrar essa riqueza parte de cada um, mas está esquecida. Vivemos para o trabalho e num mundo consumista, materialista, de hipocrisia, e sem tempo para nada. Vivemos à espera de uma fagulha de felicidade que rapidamente se apaga. Vivemos de "migalhas de felicidade".


O princípio da corresponsabilidade inevitável, fez-me recordar o filme "Favores em cadeia", pois cada ser humano influencia outro e outro e outro...



A maior aventura de um ser humano é viajar, e a maior viagem que alguém pode empreender é para dentro de si mesmo. E o modo mais emocionante de a realizar é lendo um livro, mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas e descobrir o que as palavras não disseram: no fundo, o leitor é o autor da sua história...


 


As sociedades modernas vivem tempos insanos. A serenidade é um artigo de luxo. 



Sinopse: Neste romance, o Dr. Cury narra a história de Marco Polo, um jovem apaixonado pela vida, que se torna um grande pensador. Em pleno século XXI, este jovem protagoniza uma aventura tão assinalável como a do veneziano Marco Polo do século XIII. 


A história comeca no ambiente dramático da sala de Anatomia. Cheios de expectativa e tensão, os caloiros da Faculdade de Medicina ficam chocados ao encontrar o triste espectáculo de corpos sem identificação estendidos no mármore branco. Marco Polo, audacioso, quer desde logo saber a identidade deles, as histórias que teriam para contar... É ao tentar descobrir algo mais sobre esses seres anónimos que Marco Polo conhece Falcão, um filósofo sem-abrigo, um «indigente inteligente», que viveu com eles e o leva a conhecer o mundo de sonhos frustrados, futuros desfeitos e esperanças vãs de quem perdeu tudo. O jovem sonhador e o velho pensador vão, passo a passo, combatendo o preconceito contra as doenças mentais. Criticam a poderosa indústria de antidepressivos e tranquilizantes e levam-nos a encontrar um tesouro escondido nos escombros de todas as pessoas que sofrem.
Marco Polo é um estudante de Medicina, um espírito livre cheio de sonhos e expectativas. Ao entrar para a faculdade, é confrontado com uma dura realidade: a da insensibilidade e frieza dos seus professores, que não percebem que cada paciente é, mais do que um conjunto de sintomas, um ser humano com uma história complexa e única de perdas e desilusões.