sábado, 24 de setembro de 2016

O homem cabra | A sério? # 1

No passado dia 22 de setembro, realizou-se a Cerimóniados Prémios IG Nobel, na Universidade de Harvard, nos EstadosUnidos da América. 
Em Portugal, o humor está down, por isso,quando li esta notícia, em que premiaram um investigador que vestiu cuecas em ratos e um cientista que viveu três dias com cabras, tive de vir compartilhar com vocês esta pequena pérola surrealista.

Moral dahistória: a ciência pode ser divertida. A sério?! What an assehole. LOL.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Eu Sou Deus, de Pedro Chagas Freitas # 24

Sinopse: “Eu Sou Deus não é um livro de auto-ajuda. Mas, se você o ler, pode auto-ajudar-se. Tenha cuidado”.

Opinião: Não tenho por hábito dar opiniões, porque não sou crítica literária, nem acho cool dizer mal de quem trabalha (escrever dá trabalho, sabiam?). Mas, como não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe, início, aqui, uma nova etapa com o livro de Pedro Chagas Freitas.
Tal como é dito no prefácio, “Não ter medo das palavras é não ter medo da vida”. Assim, em modo de provocação, digo: fiquei estupidamente surpreendida. Sim. E, também, surpreendentemente estupefacta. Pois. E, a cada folha, mais doente. Com uma doença chamada sensibilidade. Sou uma pessoa habituada a que outras pessoas façam cenas, mas não a ler cenas. Percebem? E murros? Muitos murros nos olhos, na cabeça e no estômago. Aliás, fiquei com uma sensibilidade tal que tive pena das pobres palavras, tão massacradas e tão escalpelizadas. Assisti a uma implosão total: de palavras. Aprendi o que é uma construção massiva: de palavras. Ouvi a ironia generalizada: de palavras. Atrevo-me a dizer que, em cada capítulo, foi erguida uma parede (de palavras) entre o escritor e o leitor, para depois ruir por completo. A desconstrução do edifício, das ideias, surge nas palavras que se repetem uma, e outra, e outra vez, com o imbecil (dos imbecis), o choninhas (que pede desculpa) e o burro (armado em intelectual)...
Como ficaram a saber, o livro não correspondeu às minhas expectativas, mas aprendi bastante. Ouso olhar para uma palavra e vê-la sob outro ângulo.Ouso chocar quando digo que foi um choque quando li o primeiro livro de Saramago.O que é importante? É:pensar, aprender, construir e escrever. Isso é importante, sem dúvida. Já dizia Einstein: "A mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao seu tamanho original". 

Citação: “Errar é uma das acções mais acertada que pode haver na vida. Eu sou pelo erro. Isso é certo. Sou por quem não abdica de tentar só porque tem medo de falhar”.

Pensamento: Inicia-se a fase das palavras sem medo de falhar, finda a etapa da inocência das palavras ditas e achadas.
Já agora, não peço desculpa porque não sou nenhuma choninhas, pá!


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Livre de pontuar

Pontuar
Faz pensar
e paralisar
a criatividade
Ser livre e
Escrever sem forma
como entender
Sem stress
sem pausas
Quereis respirar
Respirai quando vos apetecer
Sou livre de pontuar
O que quiser
mesmo sem ar
Quero saramagar
um pouco mais
A felicidade de saber
que posso pontuar
as palavras
mais tarde
agora
ou nunca
Sim NUNCA

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Não és do Bem

Sempre sorrindo,
Escondes a avareza.
Sempre polida,
pela grandeza.
Sempre sorrindo,
escondes a tristeza.
Mal de nós
Ter tal exemplo.
Não és do Bem,
Nem por dentro.




terça-feira, 20 de setembro de 2016

Línguas-de-gato | edição extra e de última hora # 3


Gosto do domingo, como sabem. Gosto de línguas-de-gato, essas bolachinhas crocantes e apetitosas com duas bolas unidas. Mas, não gosto de certas notícias e não gosto de assuntos escandalosamente divergentes. Tenho esta mania de gato e de meter a patinha ou as patinhas. Porquê? Porque estou assoberbado de tanta indignação. O meu pelo está estático de fúria contida e as minhas unhas saíram enfurecidas em protesto. É demasiado para o meu estômago sensível, vou ali e volto já....

 



Depois de mais uma nanobola de pêlo, venho contar o que me impressionou, ou seja, isto:







Uma mala...  de um gato empalhado. Isso, leram bem, de umgato, que já não estava vivo, que morreu atropelado por um carro e que foi preservado num congelador ao longo de três meses. Esta mala, é uma criação artística  de uma apaixonada por animais. A sério? Sim, esta "RealGlamour puss Purse", está no site de vendas "Trade Me",e é obra de uma taxidermista da Nova Zelândia.

Ora, isto não se faz, dizem uns. Outros, acham maravilhoso, e perguntam se não podem fazer um cão mala. Eu sou, obviamente, contra este tipo de "arte". Acho que é algo creepy, é deselegante, é mórbido,é pouco higiénico, é tudo e mais um par de botas, que eu  não consigo, agora, na força dos nervos felinos, lembrar.

A única diferença entre este caso e o dos coelhinhos, aos quais arrancam o pêlo, ainda vivos, para fazer lã angorá, é que este gato,chamado Tom, estava morto. Será? É impressionante... 

Glamour, my ass!

Já agora, quem é que gosta de andar com um gato morto a tiracolo?!