terça-feira, 12 de julho de 2016

Simplicidade


Ser a Pollyanna
ou Ser Furiosamente Feliz
Filosofia de vida???

Conhecer. 
Sorrir.
Sonhar.

Chorar?
Perder?
Enlouquecer?

Sonho de quem vive
com a profundidade dos sentidos.
Nem pedidos alegres
ouvem a voz 
da Alma.

Trágico?

Só quem não sabe o que é a exceção 
ou a simplicidade expurgada da (Regra)Sociedade.

domingo, 10 de julho de 2016

Só para contrariar



Portugal joga hoje com aFrança e eu NÃO gosto de futebol. Já gostei mas agora não gosto NADA: nem dossalários milionários, nem dos automóveis topo de gama (e mais além), nem dasvivendas com piscina, nem das mulheres magras dos jogadores! É que é muitariqueza para um sítio só (como no Vaticano)!
Gosto (**) decontrariar, porque sim.
Alguém disse: Olha que raio,não podemos estar sempre a pensar em tristezas?
Eu respondi: Há que comemorarem grande e esquecer para onde está a ir o nosso dinheiro (rsss).
Uma coisa é certa, eu vouCOMEMORAR algo bem mais simples, neste cantinho da blogosfera: 30 dias,720horas, 43.200 minutos,2.592.000 segundos de existência deste blog. Só porque sim.





sábado, 9 de julho de 2016

Como é bom trabalhar, de Scott Adams #9

Manual de Instruçõesdo Dilbert para encontrar a felicidade à custa dos colegas

Como ler este livro? Well, lendo as várias estratégias. Primeiro, comece por seguir aindicação do autor (se pretende ler este livro nas horas de serviço, forre-ocom papel branco). Segundo, siga alguns conselhos para: ter prazer no trabalho,lidar com o chefe, fingir que trabalha, rir à custa dos outros, sobreviver àsreuniões ou lidar com as críticas. Tudo vale. Cuidado acrescido: utilizar asdicas integradas neste livro não é aconselhável a quem pretende manter oemprego. Tenham em atenção que Scott Adams foi despedido de uma grande empresa(que admiração!) e só depois disso é que se tornou um cartoonista de sucesso…(satirizandoas grandes empresas e os trabalhadores em geral, óbvio).
Citação: «Aproveitar-se do poder da própriaincompetência: Se o leitor é naturalmente incompetente, já sabe da liberdade edo prazer que advém de ser dessa maneira. Os seus colegas aprendem a evitardar-lhe trabalho que tenha importância, libertando, assim, o seu cérebro para oque raio é que pessoas como vocês fazem».
Pensamento: Há alguns Dilbert por aí, oh se há...



sexta-feira, 8 de julho de 2016

Furiosamente Feliz, de Jenny Lawson #8





 


Neste livro genial e louco, a escritora e blogger (http://thebloggess.com), Jenny Lawson, conta-nos a sua história e como  enfrenta desde miúda uma doença mental. De facto, a «depressão clínica não passa de um visitante meio frequente, enquanto o transtorno de ansiedade é o (…) agressivo namorado de longa duração».

FURIOSAMENTE FELIZ, usando mais uma vez as suas palavras, é sobre agarrar os momentos em que as «coisas estão especialmente bem e transformá-las em coisas fantásticas», pois essa é a diferença entre «sobreviver à vida» e «viver a vida».


Ao longo do livro (que na minha opinião tem o objetivo de nos levar a questionar a nossa própria sanidade), preparem-se para tudo o que é inesperado e tudo o que faz de nós seres humanos, incluindo a loucura. Já diz o ditado popular:«de tolo e de louco todos temos um pouco». Quem não teve pensamentos absurdos, que não são verbalizados,e que felizmente ninguém pode ouvir? Quem nunca teve medo de pessoas com batas? Quem nunca desatou a fugir de cisnes ou de galos furiosos (Eu)? Bem, acho que todos sentimos isto, pelo menos, em crianças, mas Jenny Lawson já é bem crescida e sente isso (e muito, muito mais) no seu dia-a-dia, como no dia em que acorda e não sente os braços ou quando os cisnes a tentam comer ou quando tenta convencer o marido (que é um santo!) a adotar um gato para poder dar o nome de Presidente ou quando dá conselhos de como sobreviver a um ataque zombie and so on. 


Alguém disse uma vez que se fizeres uma coisa que ninguém deteste é porque ninguém a adorou, e é verdade. O mesmo se passa com a arte, com a escrita e comas pessoas. Especialmente com as pessoas. De facto, a maior parte das minhas pessoas favoritas estão perigosamente lixadas, mas nunca pensaria isso porquenos tornamos adeptos de o esconder ou aprendemos a despojá-lo de uma forma tãosincera que passa a ser uma nova normalidade. Há uma citação retirada do filme O clube que diz: Somos todos bastante bizarros. Alguns de nós são, apenas, melhores a escondê-lo».



 


Pensamento: Rir é o melhor remédio.




Com aprovação do Rory 

(suponho que sim... uma vez que já está morto e senão era o que teria dito!)







 


 


 

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Mistério dos óculos

 

A propósito de óculos. Será que os óculos do lado direito da barra são coincidência? São para verificarem as visualizações do blog? Eheheh... Não vão adivinhar.

É mais forte do que eu, a cena dos óculos. É algo que temos de usar quando: se lê muito, se está muito tempo ao computador ou se tem familiares que os usam. Mas eu não vou falar nisso. Vou, isso sim, abordar um acontecimento importante, senão vejam:


 Visitantes do Museu de Arte Modernade São Francisco confundiram óculos caídos no chão como obra de arte (Foto:Reprodução/Twitter/teejay)

 

 

 

 


Um grupo de jovens foi ao Museu de Arte Moderna de São Francisco. Na exposição estavam expostas "cenas" estranhas, como um animal embalsamado enrolado no cobertor.  Então, resolveram fazer uma partida, que serviu, segundo se julga, para testar a "obra" que interessasse mais aos visitantes e colocaram uns óculos no chão como se fizessem parte da exposição...
Não é que os visitantes acreditaram e tiraram fotografias e tudo?

 

Ora isso é outra história! 
Coincidência= mistério dos óculos neste blog...

Se soubessem não iam acreditar!!! Ou talvez acreditassem, como os visitantes do Museu.


Dou um prémio a quem descobrir. Basta deixar um comentário, coisa rápida, ok?.