sábado, 2 de dezembro de 2017

Um livro bastante desejado, e que superou todas as expetativas.

 


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A pergunta de hoje é: «Um livro bastante desejado, e que superou todas as expetativas»; a minha resposta, sem qualquer hesitação, é o livro «Crime e Castigo», de Fiódor Dostoéivski.


 


Ouvi falar tanto nele (até Ernest Hemingway, em «Paris é uma Festa«, referiu que era de difícil leitura) que queria muito ler.  Tive sempre com um certo receio de que não fosse gostar e, ao mesmo tempo, sentia que estava em falta ler um livro da literatura Russa. Finalmente, quando li, achei o livro tão extraordinário que, além de superar todas as expetativas, merece ser relido. 


Concordam comigo? Olhem que o silêncio também é uma resposta. Eheheheh.


 


Se puderem e tiverem curiosidade, como eu que vou cuscar as respostas da Magda, da Just, da Alexandra,da Azulmar,da Sofia, da Sandra, da Girl e da Fátima, passem pelos blogues delas. Não deixem de comentar e espalhar o espírito natalício.


 


 


Foto: Christmas app

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O melhor do Natal com o Mr. Bean | A sério # 24


 

Que livro gostarias de ganhar no Natal?

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Primeiro dia de dezembro e inicia-se o desafio de «Natal com Livros» com a pergunta «Que livro gostarias de ganhar no Natal?», pergunta que adoraria que estivesse no plural, uma vez que seria tão, mas tão mais fácil de responder, não acham? 


 


Na última ida à livraria, encontrei um livro que se destacou (na altura, pois agora existem várias novidades) e depois arrependi-me de o não ter comprado. Já devem ter percebido que «A Árvore das Mentiras», de Frances Hardinge,  é o TAL livro que gostaria de receber no Natal, por várias razões: chamou por mim, é diferente e é sobre uma árvore que se  alimenta de mentiras sussurradas e dá um fruto que revela segredos ocultos. Ora o meu «feeling» anda irritado pela curiosidade e o melhor é respeitar a sua vontade.


 


Olhem bem para a foto, nem o pai Natal parece convencido e acho que está a tentar entender a razão deste meu pedido, até porque, como sabemos, ele lida muito mal com mentiras. 


 


 


Ainda estão a tempo de se juntar ao desafio (como explicado aqui), mas se quiserem apenas ver como são diferentes as nossas respostas, passem no blogue da Magda, da Just, da Alexandra,da Azulmar,da Sofia, da Sandra e da Girl. Porque não se juntam a nós?


 


 


Ah, e comentem, porque o pai Natal só dá presentes aos meninos e meninas bem mandados. 


 


Foto: Christmas App


 

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Natal com Livros, o desafio.


Juntei-me à Magda, à Just  e à Alexandra  no desafio que consiste em responder a 25 perguntas entre o dia 1 e 25 de dezembro, às 10h15, em cada um dos nossos blogs.


 


As perguntas:



  1. Que livro gostarias de ganhar no Natal.

  2. Um livro bastante desejado, e que superou todas as expectativas.

  3. Um livro com personagens com quem gostarias de passar a noite de Ano Novo.

  4. O livro que escolheste para ser a primeira leitura do próximo ano.

  5. Um livro onde adorarias passar o Natal

  6. Um livro com uma capa tão bonita que merecia estar exposto junto com a decoração de Natal

  7. O livro perfeito para ofereceres de presente a quem gostas, sem medo.

  8. Um livro que odiaste e que oferecerias para alguém de quem não gostas.

  9. A capa mais natalícia dos teus livros

  10. Escolhe três personagens que convidarias para passar a Consoada em tua casa. 

  11. Qual a personagem que, idealmente, cozinharia a ceia no dia 24 de Dezembro?

  12. Que personagem literária poderia ser o Pai Natal?

  13. Que livro não é de Natal mas achas que tem um clima natalício.

  14. Que livro é tão importante que gostarias de o colocar no lugar da estrela na árvore do natal.

  15. Está imenso frio. Que livro colocarias na fogueira para arder?

  16. Ofereceram-te um livro que odeias. Que livro é esse?

  17. Na TV só passam filmes de natal com cenas e mais cenas de casas debaixo da neve. A que personagem literária atirarias com uma bola de Neve?

  18. Que livro pretendes ler na época festiva?

  19. Com base na longa viagem que os reis magos fizeram sem saber o que iam encontrar pelo caminho, indica um livro leste sem saber a sinopse ou do que se tratava mas que adoraste

  20. A Árvore de Natal, antes de o ser, era também um símbolo do renascimento Indica-nos que livro, não importa o tempo quanto tempo passou, é teu preferido e que merece ser lido e relido.

  21. Que personagem merece ficar fora da lista de presentes do pai Natal porque se portou muito mal?

  22. Quero passar o natal com... Escolha o local fictício perfeito para passar essa época natalícia com o personagem perfeito.

  23. Natal tem tudo haver com nostalgia e sentimentos, qual é aquele livro que lhe traz todas essas sensações?

  24. Depois da ceia, estás com sono mas apetece-te ler.. que livro levezinho escolhes reler?

  25. Durante a noite escutas barulhos estranhos vindos da sala. Será o Pai Natal? O melhor é não arriscar e escondeste debaixo dos lençóis. Que livro também te dá arrepios?


 


Vamos espalhar o espírito do Natal a partir de amanhã?


Quem se junta a nós?


 


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Tenho de escrever?

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Ao ler o título, a minha primeira impressão é a de que na palavra «tenho de» se retira uma obrigação. Por acaso, já me perguntei se «tenho de ler» e cheguei à conclusão que sim, pois é a ler que me conheço, é a ler que encontro as maravilhas musicais na conjugação das palavras, e é a ler que os pensamentos fluem constantemente entre as sinapses abandonadas pelas obrigações do trabalho e da rotina do dia-a-dia. Porém, hoje, enchi o peito de corajoso ar e expirei a vontade necessária para me preparar para esta pergunta difícil.


 


Ao desafio da Catarina Duarte do blogue (In)sensatez, respondo de forma imediata: «tenho de» escrever porque sim. [Claro que já estou de nervos em franja e a pensar em como seria melhor não pensar no assunto, até porque ninguém me pediu nada nem eu quero incomodar as pessoas quando ainda estou a dar pequenos passinhos de criança no que à escrita diz respeito].


 


No meu pensamento, surgiu um monólogo interior que troca impressões.


É muito estranho. Ora leiam:


 


Tenho de escrever, então?


Ah, pois, tenho de escrever porque senão não sabem a «resposta».


 


E faz sentido escrever e colocar por escrito os pensamentos que vivem fechados?


Sim, muito. Há o perigo de curto circuito no cérebro assim sobrecarregado.


 


Quando começaste a escrever?


Não me lembro do momento exato em que comecei a escrever estórias, mas recordo-me de as contar usando a minha imaginação. No sotão da minha infância tudo aparecia misturado, magia, princesas, tesouros escondidos, mistérios por desvendar e fantasmas. Tinha muito medo de fantasmas e dos quarenta ladrões de Ali baba!


 


Escrever afasta o medo, sentimentos e emoções?


Não creio. Acho que os ajuda a expulsar ou minimizar, dimuindo a sua intensidade. Colocar por palavras ajuda a clarificar as ideias e a colocar sob outra perspetiva algo que não vimos ou não refletimos.


 


É preciso ter imaginação para escrever?


Sem sombra de dúvida. Imaginação, criatividade e muita persistência, porque só a vontade não é suficiente. 


 


Achas que consegues escrever sempre que te apetece?


Quase sempre. Basta estar em silêncio. Sucede, porém, que o comando cerebral nem sempre tem pilhas e às vezes não dá. É normal e é aqui que entra a persistência. Nunca podemos desistir.


 


 


Este brainstorm interior levou-me à conclusão mais brilhante à face das terras lusitanas e que é esta:



Ao «tenho de escrever» acrescento o «sim» que, tal como num casamento, são os votos apropriados para quem quer ter a vida de escritor, e atendendo a que escrevo para me divertir acho que vou prolongar a fase do namoro por mais uns anos.