segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Obrigada pelas recordações, de Cecelia Ahern | Livro secreto # 6

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Sinopse: aqui.


Opinião: A premissa desta história parte de uma "estranha" ligação entre Joyce e Justin, após de uma transfusão de sangue. Já foram reportados casos semelhantes de pessoas que adquiriram novos gostos e memórias após o transplante de órgãos, mas para isso ser comprovado cientificamente ainda há um longo caminho a percorrer. Eu, que sou leiga nesta matéria, fiquei muito curiosa (e sempre pronta para mais um mistério).


Joyce Conway cai das escadas, acorda no hospital e, de repente, disserta sobre arte e arquitetura europeias, fala fluentemente línguas estrangeiras que desconhecia e sobre lugares onde nunca esteve. Há uma espécie de transferência dos conhecimentos do professor Justin quando ele doa sangue a Joyce. 


Embora exista drama nesta história, o único personagem que merece destaque é o pai de Joyce, Henry, um senhor de idade, reformado, que dá azo a situações bem caricatas.


A história de Joyce e Justin não me seduziu nada. Há um "ata não desata" que parece fazer render o "peixe" ou o romance. Isso prejudicou a história e fez com que diminuísse o interesse no desenvolvimento da mesma. 


"Obrigada pelas Recordações" é um livro que se lê bem, mas a história não chega a ser conclusiva. Apesar disso, gostei muito de Henry e vale a pena rir um pouco com ele, porque rir é sempre o melhor remédio. Ah, e ler também!


 


Classificação: 4/5

domingo, 12 de novembro de 2017

O que se diz por aí.




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Muito se escreve sobre blogues literários e sobre o que devem abordar. Será que existe uma forma certa ou errada para falar de livros? Talvez, mas n´"O Livro Pensamento" existe uma certa liberdade Aliás, não conheço uma fórmula mágica, única e infalível, para falar de livros. A leitura é uma experiência única e compete ao leitor, aí desse lado, fazer as melhores escolhas.

Diz-se por  que um blogue literário deve possuir uma identidade própria, cumprir prazos, ter um conteúdo que se destaque, publicar com regularidade, realizar parcerias, usar da sinceridade, ser criativo... . Analisando esta panóplia de informação, não sendo contra, apenas tenho a adiantar que a paixão pela leitura, pela descoberta e pelas aventuras, que os livros proporcionam, levou-me a criar o blogue. Ponto final. Gosto de livros, de falar sobre eles, de pensar sobre o que leio e, sobretudo, de ser livre para me divertir. 



sábado, 11 de novembro de 2017

Se podia dar-me para pior? Podia, mas não era a mesma coisa.

As filhas da Madona aparecerem nas redes sociais a cantar "Olha a Explosão" de Mc Kevinho e vai daí  poderia desatar a escrever sobre a nova moda em terras lusas: o funk brasileiro. Sem que tenha qualquer afinidade por este estilo de música ou dança, fui investigar e o que oiço parece despertar a vontade de dançar. Se serve para as filhas da Madona aprenderem o português ou não, isso agora não interessa nada, vamos é exorcizar os demónios da rotina e pular um pouco.



 Bom fim-de-semana!


 


 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Um sinal

   Há dias em que não deveria sair de casa.


 


  -Declaração amigável? Não é preciso, foi um pequeno toque.


 - Fotografias? Pode tirar as que quiser.


 


   E é nessa altura que o cérebro para.


 


- Desculpe, estava a ver pelo espelho, mas não reparei que estava aí.


- É professora? Está atrasada? Trocamos o número de telemóvel e falamos depois.


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O sinal só o percebi mais tarde. Era a professora da minha filha. Ainda acham que não há coincidências? 

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Os donos de gatos e as semelhanças no Sapo.

Começo este post por agradecer à equipa do Sapo pelos destaques, durante o mês de outubro, aos seguintes post´s:


 


Um acórdão e um desabafo mal amanhado;


Na biblioteca não se perca;


Quando o cuco chama, de Robert Galbraith. 


 


Já quanto às semelhanças, lamento mas vão ter de ler o post até ao fim. Combinado?


 *** 


Vocês sabem que os gatos são imprevisíveis e que os felinos fazem parte da vossa vida [para vos dominar]? Realmente, vocês humanos têm de se mentalizar que se trata de um compromisso para o bem e para o mal.


A minha dona, por exemplo, anda nesta dualidade incessante e tanto diz "gatinho fofo, meu bebé" como também grita "gato mau, andas a irritar-me!". Mas os humanos costumam derreter-se quando nos vêem.


Eu, gato de provecta idade, costumo miar a categoria de donos que podemos ter, desde amorosos, racionais, emocionais, otimistas e aos que não são carne nem peixe.


 


Os amorosos


São donos muito simpáticos e de bem com a vidinha. Passam a mão pelo nosso pêlo e brincam. Somos muito importantes para eles e metem-nos nas conversas dos amigos.


 


Os racionais


Deixam-nos correr atrás dos ratos, vocês acreditam? Apesar disso não simpatizo com estes donos. Só nos querem para este trabalho e não nos ligam nenhuma. Quando é para dizer mal, rsrsrs, só falam da despesa com a comida.


 


Os emocionais


Neste grupo estão as mulheres que vivem sozinhas e precisam da companhia de um gato. São donos execionais que nos tratam com muito carinho e preocupam-se muito com o nosso bem-estar.




 


Os otimistas


São os melhores donos do mundo! Gostam de nós, brincam e falam connosco. Podemos andar pela casa toda, sem problemas. 



Os que não são carne nem peixe

Neste grupo incluo os homens que são convencidos, pela mulher ou pelos filhos, a ter um gato. São donos muito distraídos e pouco preocupados, mas, por vezes, tornam-se otimistas.


 


[A minha dona é emocional, mas quando tem sono ninguém a atura].


 


Queria tanto agradar-lhe, falar a linguagem dos humanos e poder-lhe chamar ...





 


Voltando à semelhança dos donos de gatos com o Sapo. É assim. A semelhança reside na grande afinidade do SAPO com os donos otimistas porque:


 


"são os melhores donos do mundo! Gostam de nós, brincam e falam connosco e deixam andar pela casa toda, sem problemas".