sábado, 14 de outubro de 2017
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Escritores contemplados (ou não) com o prémio agridoce
116 anos. Há mais de um século que a Academia Sueca escolhe um escritor e atribui o Prémio Nobel. Polémicas. Aplausos. E muitos escritores que mereciam o prémio e que foram omitidos, como Marcel Proust, James Joyce, Vladimir Nabakov, Franz Kafka, Liev Tolstói, entre muitos outros. A última polémica foi com a atribuição do prémio a Bob Dylan, lembram-se? Pois é, foi um assunto sobejamente comentado na altura. Um ano depois, o prémio foi para o escritor nipo-britânico Kazuo Ishiguro, em virtude da grande "força emocional presente em seus romances, e assim revelando o abismo sob o nosso ilusório sentido de conexão com o mundo". Confesso que não li nada dele nem da grande maioria dos escritores que compõem a lista do Prémio Nobel. Shame on me? Não. Gosto mesmo muito de ler o que me apetece. Com listas ou sem elas, ler é o mais importante. A propósito chamo à colação o facto de o prémio ter sido atribuído a 99 homens e apenas a 14 mulheres, como já analisou, e bem, a Sara do Desabafos Agridoce. Logo, no que a esta lista diz respeito, reservo-me o direito de discordar e de ler a meu belo prazer.
1901 - Sully Prudhomme (França)
1902 - Christian Matthias Theodor Mommsen (Alemanha)
1903 - Bjørnstjerne Martinus Bjørnson (Noruega)
1904 - Frédéric Mistral (França) e José Echegaray y Eizaguirre (Espanha)
1905 - Henryk Sienkiewicz (Polónia)
1906 - Giosuè Carducci (Itália)
1907 - Rudyard Kipling (Reino Unido)
1908 - Rudolf Christoph Eucken (Alemanha)
1909 - Selma Ottilia Lovisa Lagerlöf (Suécia)
1910 - Paul Johann Ludwig Heyse (Alemanha)
1911 - Maurice Maeterlinck (Bélgica)
1912 - Gerhart Johann Robert Hauptmann (Alemanha)
1913 - Rabindranath Tagore (Índia)
1914 - Não foi atribuído
1915 - Romain Rolland (França)
1916 - Carl Gustaf Verner von Heidenstam (Suécia)
1917 - Karl Adolph Gjellerup (Dinamarca) e Henrik Pontoppidan (Dinamarca)
1918 - Não foi atribuído
1919 - Carl Friedrich Georg Spitteler (Suíça)
1920 - Knut Pedersen Hamsun (Noruega)
1921 - Anatole France (França)
1922 - Jacinto Benavente (Espanha)
1923 - William Butler Yeats (Irlanda)
1924 - Wladyslaw Stanislaw Reymont (Polónia)
1925 - George Bernard Shaw (Irlanda)
1926 - Grazia Deledda (Itália)
1927 - Henri Bergson (França)
1928 - Sigrid Undset (Noruega)
1929 - Thomas Mann (Alemanha)
1930 - Sinclair Lewis (Estados Unidos da América)
1931 - Erik Axel Karlfeldt (Suécia)
1932 - John Galsworthy (Reino Unido)
1933 - Ivan Alekseyevich Bunin (Rússia)
1934 - Luigi Pirandello (Itália)
1935 - Não foi atribuído
1936 - Eugene Gladstone O'Neill (EUA)
1937 - Roger Martin du Gard (França)
1938 - Pearl Buck (EUA)
1939 - Frans Eemil Sillanpää (Finlândia)
1940-43 - Não foi atribuído
1944 - Johannes Vilhelm Jensen (Dinamarca)
1945 - Gabriela Mistral (Chile)
1946 - Hermann Hesse (Alemanha)
1947 - André Paul Guillaume Gide (França)
1948 - Thomas Stearns Eliot (Reino Unido)
1949 - William Faulkner (EUA)
1950 - Earl (Bertrand Arthur William) Russell (Reino Unido)
1951 - Pär Fabian Lagerkvist (Suécia)
1952 - François Mauriac (França)
1953 - Sir Winston Leonard Spencer Churchill (Reino Unido)
1954 - Ernest Miller Hemingway (EUA)
1955 - Halldór Kiljan Laxness (Islândia)
1956 - Juan Ramón Jiménez (Espanha)
1957 - Albert Camus (França)
1958 - Boris Leonidovich Pasternak (Rússia)
1959 - Salvatore Quasimodo (Itália)
1960 - Saint-John Perse (França)
1961 - Ivo Andric (Jugoslávia)
1962 - John Steinbeck (EUA)
1963 - Giorgos Seferis (Grécia)
1964 - Jean-Paul Sartre (França)
1965 - Mikhail Aleksandrovich Sholokhov (Rússia)
1966 - Shmuel Yosef Agnon (Israel) e Nelly Sachs (Alemanha)
1967 - Miguel Angel Asturias (Guatemala)
1968 - Yasunari Kawabata (Japão)
1969 - Samuel Beckett (Irlanda)
1970 - Aleksandr Isayevich Solzhenitsyn (Rússia)
1971 - Pablo Neruda (Chile)
1972 - Heinrich Böll (Alemanha)
1973 - Patrick White (Austrália)
1974 - Eyvind Johnson (Suécia) e Harry Martinson (Suécia)
1975 - Eugenio Montale (Itália)
1976 - Saul Bellow (EUA)
1977 - Vicente Aleixandre (Espanha)
1978 - Isaac Bashevis Singer (EUA)
1979 - Odysseus Elytis (Grécia)
1980 - Czeslaw Milosz (Polónia)
1981 - Elias Canetti (Bulgária/Reino Unido)
1982 - Gabriel García Márquez (Colômbia)
1983 - William Golding (Reino Unidos)
1984 - Jaroslav Seifert (Checoslováquia)
1985 - Claude Simon (França)
1986 - Wole Soyinka (Nigéria)
1987 - Joseph Brodsky (EUA)
1988 - Naguib Mahfouz (Egito)
1989 - Camilo José Cela (Espanha)
1990 - Octavio Paz (México)
1991 - Nadine Gordimer (África do Sul)
1992 - Derek Walcott (Santa Lucia)
1993 - Toni Morrison (EUA)
1994 - Kenzaburo Oe (Japão)
1995 - Seamus Heaney (Irlanda)
1996 - Wislawa Szymborska (Polónia)
1997 - Dario Fo (Itália)
1998 - José Saramago (Portugal)
1999 - Günter Grass (Alemanha)
2000 - Gao Xingjian (França)
2001 - V.S. Naipaul (Reino Unido)
2002 - Imre Kertesz (Hungria)
2003 - J.M. Coetzee (África do Sul)
2004 - Elfriede Jelinek (Áustria)
2005 - Harold Pinter (Reino Unido)
2006 - Orhan Pamuk (Turquia)
2007 - Doris Lessing (Reino Unido)
2008 - Jean-Marie Gustave Le Clezio (França)
2009 - Herta Müller (Alemanha)
2010 - Mario Vargas Llosa (Peru)
2011 - Tomas Transtroemer (Suécia)
2012 - Mo Yan (China)
2013 - Alice Munro (Canadá)
2014 - Patrick Modiano (França)
2015 - Svetlana Alexievich (Bielorrússia)
2016 - Bob Dylan (EUA)
2017 - Kazuo Ishiguro (Reino Unido)
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
O Homem Mais Inteligente da história, de Augusto Cury

Sinopse: aqui.
Opinião:Ao abordar um tema da Ciência e da Religião, algo que não se mistura como água e azeite, despertamos para ensinamentos e pensamentos inusitados. "Não neguem à partida uma ciência que desconhecem", nem entrem com ideias preconcebidas. Afinal, a beleza dos ensinamentos de Jesus são bem mais profundos e íntrisecos. A luz da sua sabedoria é, pasme-se, a sua enorme inteligência emocional. Sim. Jesus foi o homem mais inteligente da história. E sim, mais uma vez, a religião, a fé e a esperança estão ligadas à gestão da mente e às emoções humanas.
Não esperem ler sobre o Jesus sobrenatural ou que realiza milagres. Marco Polo é ateu e um homem da ciência. Mas pensem um pouco e espreitem uma história na História. As ilações, essas ficarão para depois (poderiamos ser todos mais felizes, não podiamos?).
Resumindo, apesar de Marco Polo se encontrar destroçado, ele reúne com teólogos, um neurocirurgião e uma psiquiatra e, numa mesa redonda, "discutem", numa espécie de "Brainstorm", os sentidos ocultos nas passagens do Novo Testamento. Ao estudar a biografia de Jesus e analisar a inteligência de Jesus à luz das ciências humanas, Marco Polo consegue surpreender (os colegas de mesa e seguidores dos debates através da internet) e ser surpreendido. O assunto começa a ser perigoso e mexe com coisas sagradas!
Durante a leitura, esperei mais. Falar sobre Jesus e depois revelar que a sua mãe, Maria, era a educadora de emoções por excelência, digamos assim, deixou-me com dúvidas. Seria Jesus ou Maria a mais inteligente?
As minhas convições ficaram inabaladas, pois sempre acreditei na importância de Maria (e de Maria Madalena). Se estiver desse lado, Dr. Augusto Cury, desvende este mistério agora ou publique novo livro, pois estou morta de curiosidade.
Um livro para pensar, concordar ou discordar.
Classificação: 4/5- Gostei
Espreitem:
A Saga de Um Pensador 5/5 - Adorei
terça-feira, 10 de outubro de 2017
Línguas-de-gato | Alguém como eu # 40
Era preciso mudar. Aqui, em casa, fizeram-se arrumações de roupa e limpezas. Ai, a preparação para o Outono e a novas temperaturas!!!Pruuu. Pruuu. O maior problema, dizem os humanos, é que nesta altura aumenta a queda de cabelo e, claro, de pelo. Ah, ainda bem que este ano me livrei da tosquia habitual. Pruuu. Pruuuu. Também não pode ser todos, todos, os anos. No entanto, acho que os humanos encomendaram um aspirador de gatos como este aqui. É, dizem que é mais higiénico e que facilmente se livram do problema. A miar vamos!
Neste fim de semana, tracei dois planos: Plano A, ficar em casa; e o Plano B, não foi necessário, porque o Plano A nunca falha. Fiquei então em casa e conversei com a Pipoca (acho que já esqueceu o Amado gato da vizinha). Ela não queria, mas tem de admitir que precisa de alguém como eu. Aliás, acho que nem é necessário comprar aspirador
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