quarta-feira, 12 de julho de 2017

1001 livros para ler antes de morrer, de Peter Boxall # Parte 2 - século XIX

20170629_194744.jpg


 Parte # 1 - antes de 1800 \  Parte # 2 - século XIX


 


Na quarta-feira passada, apresentei a lista referente ao primeiro capítulo deste livro, mas se não se lembrarem ou quiserem saber qual é basta clicarem no link acima para aceder à mesma.


Na verdade, seriam precisas muitas vidas para ler todas as obras indicadas nesta edição de 2007 (e que já foi alterada em edições mais recentes). Como diria o Sr. Ulme, em Flores, de Afonso Cruz "entremos mais dentro na espessura", expressão que poderá ter diferentes interpretações, mas que, neste contexto, significa deixarmos de lado esta e outras questões e irmos diretamente ao capítulo dos livros publicados no século XIX (li 22 -a amarelo- e tenho 8 para ler -a verde).


Estão à vontade para indicar os vossos preferidos e os que não gostaram nos comentários


 


Século XIX


0064. Castle Rackrent – Maria Edgeworth


0065. Heinrich von Ofterdingen – Novalis
0066. O sobrinho de Rameau – Denis Diderot
0067. As Afinidades Electivas – Johann Wolfgang von Goethe


0068. Michael Kohlhaas, o Rebelde – Heinrich von Kleist
0069. Sensibilidade e Bom Senso– Jane Austen
0070. Orgulho e Preconceito – Jane Austen
0071. O Parque de Mansfield – Jane Austen
0072. Emma – Jane Austen
0073. Rob Roy – Sir Walter Scott
0074. Frankenstein – Mary Wollstonecraft Shelley
0075. Ivanhoé – sir Walter Scott
0076. Melmoth, o viandante – Charles Maturin
0077. Lebensansichten des Katers Murr – E.T.A. Hoffmann
0078. Memórias e Confissões Íntimas de um Pecador Justificado – James Hogg
0079. Aus dem Leben eines Taugenichts – Joseph von Eichendorff


0080. O último dos Moicanos – James Fenimore Cooper
0081. Os Noivos – Alessandro Manzoni
0082. O Vermelho e o Negro – Stendhal
0083. O Corcunda de Notre-Dame – Victor Hugo
0084. Eugénio Onegin – Alexander Pushkin
0085. Eugénia Grandet – Honoré de Balzac
0086. O Pai Goriot – Honoré de Balzac
0087. O nariz – Nikolai Gógol
0088. Oliver Twist – Charles Dickens
0089. O Leão da Flandres – Hendrik Conscience
0090. A cartuxa de Parma – Stendhal
0091. A Queda da Casa de Usher – Edgar Allan Poe
0092. Câmera Escura – Hildebrand
0093. Um herói do Nosso Tempo – Mikhail Yurevich Lermontov
0094. Almas mortas – Nikolai Gógol
0095. Ilusões Perdidas – Honoré de Balzac
0096. O Poço e o Pêndulo – Edgar Allan Poe
0097. Os Três Mosqueteiros – Alexandre Dumas
0098.Facundo: Civilização e Barbérie- Domingo Faustino Sarmiento
0099. O Diabo no Campo– George Sand
0100.  O conde de Monte Cristo – Alexandre Dumas
0101. Jane Eyre – Charlotte Brontë
0102.  A Feira das Vaidades – William Makepeace Thackeray
0103.  O Monto dos Vendavais – Emily Brontë
0104. A inquilina de Wildfell Hall – Anne Brontë
0105. David Copperfield – Charles Dickens
0106. A Letra Encarnada – Nathaniel Hawthorne
0107. Moby Dick – Herman Melville
0108. A casa das Sete Empenas– Nathaniel Hawthorne
0109. A cabana do Pai Tomás – Harriet Beecher Stowe
0110. Cranford – Elizabeth Gaskell
0111. A casa abandonada – Charles Dickens
0112. Walden ou A Vida nos Bosques – Henry David Thoreau
0113. Der grüne Heinrich - Gottfried Keller


0114. North and South – Elizabeth Gaskell
0115. Madame Bovary – Gustave Flaubert
0116. Der Nachsommer – Adalbert Stifter


0117. O Carpinteiro do Vale dos Fenos – George Eliot
0118. Oblomov, o Magnífico Preguiçoso – Ivan Goncharov
0119. A Mulher de Branco – Wilkie Collins
0120. O Moinho à Beira do Rio – George Eliot
0121.  Max Havelaar – Multatuli
0122. Grandes esperanças – Charles Dickens
0123. Pais e Filhos – Ivan Turgenev
0124. Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco
0125. Os Miseráveis – Victor Hugo
0126. Os Meninos Aquáticos – Charles Kingsley
0127. Cadernos do subterrâneo – Fiódor Dostoiévski
0128. Uncle Silas – Sheridan Le Fanu
0129. Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll
0130. Viagem ao centro da Terra – Júlio Verne
0131.  Crime e castigo – Fiódor Dostoiévski
0132. O Jogador– Fiódor Dostoiévski
0133. Thérèse Raquin – Émile Zola
0134.  A Pedra da Lua – Wilke Collins
0135. Mulherzinhas – Louisa May Alcott
0136. O Idiota – Fiódor Dostoiévski
0137. Os cantos de Maldoror – Comte de Lautréamont
0138. Phineas Finn – Anthony Trollope
0139. A Educação Sentimental – Gustave Flaubert
0140. Guerra e paz – Leon Tolstói
0141. Um Rei Lear da Estepe – Ivan Turguenev
0142. Alice do Outro Lado do Espelho – Lewis Carroll
0143. Middlemarch– George Eliot
0144.  Águas da Primavera – Ivan Turguenev
0145. Erewhon – Samuel Butler
0146. Os Demónios – Fiódor Dostoiévski
0147. In a Glass Darkly – Sheridan Le Fanu
0148.  A volta ao Mundo em Oitenta Dias – Júlio Verne
0149.  O Vagabundo Encantado– Nicolai Leskov
0150. Longe da Multidão – Thomas Hardy
0151. Pepita Ximenes – Juan Valera
0152. O crime do Padre Amaro – José Maria Eça de Queirós
0153. A Taberna – Émile Zola
0154. Anna Karenina – LievTolstói
0155. Martín Fierro – José Hernández
0156. O Quarto Vermelho – August Strindberg
0157.  Ben-hur – L.Wallace
0158.Nana – Émile Zola
0159. Retrato de uma senhora – Henry James
0160. Os Malavoglia – Giovannia Verga
0161. Memórias póstumas de Brás Cubas – Joaquim Maria Machado de Assis
0162. Bouvard e Pécuchet – Gustave Flaubert
0163. A ilha do tesouro – Robert Louis Stevenson
0164. Uma vida – Guy de Maupassant
0165. A morte de Ivan Ilitch – Liev Tolstói
0166. Às avessas – Joris-Karl Huysmans
0167. A Corregedoura– Clarín Leopoldo Alas
0168.  Bel-Ami – Guy de Maupassant
0169.  Marius the Epicurean – Walter Pater
0170. As aventuras de Huckleberry Finn – Mark Twain
0171. Germinal – Émile Zola
0172. As Minas do Rei Salomão – H. Rider Haggard
0173.  A Vida e a Morte do Mayor de Casterbridge- Thomas Hardy
0174. O estranho caso do Dr. Jekyll e do Sr. Hyde – Robert Louis Steverson
0175. Ela – Henry Rider Haggard
0176.  Gente de Hemsö – August Strindberg
0177.  Pedro e João – Guy de Maupassant
0178. Os Maias – José Maria Eça de Queirós


0179. A Volúpia - Gabriele D´Annunzio
0180. Eline Vere – Louis Couperus
0181. Fome – Knut Hamsun
0182. O Cortiço – Aluísio de Azevedo
0183. A Besta Humana – Émile Zola
0184. Thais – Anatole France
0185.  A Sonata de Kreutzer – Leon Tolstói
0186. O Retrato de Dorian Gray – Oscar Wilde


0187. Além - Joris-Karl Huysmans
0188. Quincas Borba – Joaquim Maria Machado de Assis
0189. A saga de Gösta Berling – Selma Lagerlöf
0190. New Grub Street – George Gissing
0191. Notícias de Lugar Nenhum – William Morris
0192. As Aventuras de Sherlock Holmes – Sir Arthur Conan Doyle
0193. Diary of a Nobody – George Grossmith e Weedon Grossmith
0194. Os Vice- Reis – Federico De Roberto
0195. Judas – O obscuro – Thomas Hardy
0196. Effi Briest – Theodor Fontane
0197. A Máquina do Tempo – H. G. Wells
0198. A ilha do Doutor Moreau – H. G. Wells
0199. Quo Vadis? – Henryk Sienkiewicz
0200.  Drácula – Bram Stoker
0201.  Pelos olhos de Maisie – Henry James
0202.  O Homem Invisível – H. G. Wells
0203. Faraó – Boleslav Prus
0204. Os frutos da terra – André Gide
0205.  A guerra dos mundos – H. G. Wells
0206.  Senilidade – Italo Svevo
0207.  Dom Casmurro – Joaquim Maria Machado de Assis
0208. O despertar – Kate Chopin
0209. Der Stechlin – Theodor Fontane
0210.  As estrelas de Eger – Géza Gárdonyi
0211.  Some Experiences of an Irish R. M. – Somerville e Ross


 

terça-feira, 11 de julho de 2017

Línguas-de-gato | Os humanos divertem-se e os gatos aborrecem-se # 36

Os humanos, cá em casa, apreciam muito a vista da janela da cozinha. Veem o eucaliptal e vários animais que aí habitam, como coelhos bravos e, ultimamente, um coelho grande, gordo, branco e amarelo. Dizem que fugiu de alguma coelheira vizinha. Dizem ainda que está bem tratado e que constuma mordicar folhas tenrinhas na companhia dos outros coelhos, pequenos, mas bravos. Os humanos falam que só se conseguem ver bem os coelhinhos bravos quando estes fogem, pois, como são cinzentos, o que os denuncia é, precisamente, o pompom branco do rabo. Humpfff. E divertem-se a contar um, dois, às vezes, três, pompons brancos, a saltitar, entre as carumas e arbustos! Pru Pru Pruuuu.


Infelizmente, não consigo ver nem miar nada de divertido porque não me deixam subir para a janela da cozinha. 


Quem tem vindo à janela, embora do lado de fora, é o Amado, o gato da vizinha. O finório arma-se em esquisito e quando é avistado à janela finge que não é nada com ele.


Na última "aparição", falou comigo e passou o tempo a lamentar-se da sua vida. Parece que a vizinha brasileira está com problemas de dinheiro e que o Amado gato não tem visto muita comida. Deu-me pena e deixei-o desabafar: 



Acho que o casamento tem de ser adiado, mas o Amado gato da vizinha brasileira ainda não teve coragem de contar nada à Pipoca. 


A vida de um gato dependente da economia? Onde é que já se viu?!


Sinto um vazio. 


Vou comer.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Adoro desafios e mistérios # 7

Nas apresentações de livros, os escritores são frequentemente questionados sobre o modo como encaram ou ocorre o processo de escrita. As respostas são variadas, pois cada escritor tem a sua maneira própria de o fazer e perante essa pergunta o mais certo é a resposta não ser a expetável.


Atendendo a que não podemos definir esse processo criativo de forma universal, lancei-me numa espécie de desafio e, como sou curiosa, procurei saber qual o "gatilho" que despoleta a escrita torrencial num escritor. Será a sua fúria? Será a sua racionalidade? Será a inspiração?


Em geral, pensamos num escritor como alguém que se isola e escreve durante semanas a fio e, depois de terminar o seu livro, é considerado um escritor consagrado. Nada mais inexacto. Um escritor tem algo e a obra não sai do nada, nem a inspiração sai como uma seta do cupido a atingir escritores, transformando-os em sabedores das letras.


Alguns escritores são misteriosos, outros têm vidas difíceis. Com sangue, suor e lágrimas, muitas das obras, mais conhecidas, nascem assim, isto é, de escritores cujas vidas e cujas personalidades se podem considerar "fora do normal".


Estou, mais concretamente, a referir-me aos escritores que sofreram (ou sofrem) de uma doença mental designada de transtorno bipolar, em que à fase de ânimo, energia e criatividade, se segue, sem qualquer explicação, o desânimo e a depressão.


Todos temos um traço maior ou menor deste transtorno na nossa personalidade, mas os casos mais célebres ou conhecidos são de escritores:


1.º Sylvia Plath


Sylvia_Plath.jpg


Poetisa desde os oito anos de idade, Sylvia Plath escreveu o romance "A Campânula de Vidro", sob o pseudónimo de Victoria Lucas, uma vez que referia detalhes da sua própria luta contra a depressão. A escritora que, com apenas oito anos de idade, havia perdido o seu pai, tinha alturas em escrevia dezenas poemas sem qualquer dificuldade e outras com tendências para o suicídio, o que veio de facto a acontecer quando tinha apenas 30 anos de idade. 


2.º Anne Sexton 


anne-sexton.jpg


Outra poetisa americana notável (recebeu o prémio Pulitzer da Literatura em 1967) conhecida pela sua poesia confessional bastante pessoal, após uma depressão pós-parto, chegou a estar hospitalizada diversas vezes e, apesar de diagnosticado o transtorno bipolar, acabaria por se suicidar com a idade de 46 anos.


3.º Mark Twain


250px-Mark_Twain_by_AF_Bradley.jpg


O conhecido escritor de "As aventuras de Tom Sawyer"  e de "As aventuras de Huckleberry Finn", em 1896 na sequência da morte da mulher  e das suas filhas, atravessou uma depressão profunda. Ele não chegou a pensar no suicídio mas terá escrito :"Eu cheguei com o Cometa Halley em 1835. Ele vai passar de novo ano que vem (1910), e espero ir embora com ele. Seria a maior decepção da minha vida se eu não fosse com o cometa". No ano do Cometa, concretizou-se a sua previsão ao morrer de ataque cardíaco.


4.º Juan Ramón Jiménez


JRJimenez.JPG


Era conhecida a sua obsessão pela morte, dizendo-se que sofria de neurose. Com a morte da sua esposa entra numa depressão profunda, chegando inclusive a não comparecer à entrega do Prémio Nobel da Literatura em  1956 atribuido à sua obra "Platero e Eu". Dois anos depois também acabaria por morrer.


 


5.º David Foster Wallace


david_foster_wallace2.jpg


Conhecido escritor de "A Piada Infinita", sofria do transtorno bipolar com predominância da tendência depressiva. Tentou suicidar-se várias vezes até que conseguiu. Tinha 46 anos de idade.


6.º Herman Hesse


200px-Hermann_Hesse_1927_Photo_Gret_Widmann.jpg


Escritor e pintor alemão, em 1946 recebeu o Prémio Goethe e pouco depois o Prémio Nobel de Literatura com a obra "O Lobo da Estepe". Porém, desde muito cedo, tentou o suicídio (com apenas 15 anos de idade). Os seus pais enternaram-no numa clínica mental, o que aumentou a sua tristeza. Morreu de hemorragia cerebral com  86 anos.


 


Poderiam ainda ser referidos muitos outros (incluindo portugueses), até porque uma percentagem alta desta doença encontra-se na profissão de escritor.


À laia de desafio, lanço a seguinte pergunta:


 



A criatividade estará de alguma forma relacionada com o transtorno bipolar ou com a depressão ou serão estas que originam uma maior criatividade? 



 


 

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Escrito na Água, de Paula Hawkins




20170625_192322.jpg


Opinião: Contrariamente ao livro "A Rapariga no Comboio", da mesma escritora, comecei a ler com uma expetativa demasiado alta e de imediato estabeleci comparações entre o primeiro e o segundo livro. Mea culpa.



Considero que a escrita continua a prender, não perdendo qualquer fulgor nesse aspeto, e que a trama e o tema da história, o suicídio, é interessante, mas, o facto de iniciar a narração sob a perspetiva de cada uma das personagens, tornou a história um tanto confusa, pelo menos na parte inicial. Ainda assim, li o livro rapidamente, uma vez que a escrita propicia essa celeridade e que o leitor fica "preso" sempre à espera da revelação do mistério [recheado de bruxarias e de rituais satânicos praticados pelos membros da pequena vila. Sim, eu gostaria que existisse um mistério desse género, porém, isso é apenas a minha perspetiva e, provavelmente, serei das poucas a pensar assim].

 

Nel Abbott, que pensamos ser a má da fita, tem uma estranha obsessão pelo rio ou pelo Poço das Afogadas e aparece morta tal como aconteceu com outras mulheres consideradas problemáticas. Tudo aponta para mais um estranho suicídio. Jules regressa à vila e, ao fim de muitos anos sem ter tido contato com a irmã Nell, tem  de lidar com a sua estranha morte e com a problemática sobrinha Lena, bem como com os fantasmas que a continuam a assombrar.

 

Ao longo da história não consegui determinar se a opinião, que fui formando, ficou comprometida pela primeira leitura, com "A Rapariga no Comboio", se bem que não será de todo descabido esse entendimento. O que posso adiantar é que achei uma leitura fácil e rápida, mas sem que sentisse a habitual "empolgação" nas reviravoltas e nos acontecimentos. Além disso, achei que retirou algum encanto à história o facto de certas situações serem desvendadas, pelas várias personagens no presente, em duas três páginas de cada vez, e sistematicamente as mesmas voltarem para "contar", aos poucos, os segredos do passado.


Enfim, para mim, não houve grandes surpresas, mas, independentemene disso, achei que é um livro fantástico para se ler nas férias e uma boa sugestão de leitura para levar para a Praia. 

 


 

Sinopse: Nel vivia obcecada com as mortes no rio. O rio que atravessava aquela vila já levara a vida a demasiadas mulheres ao longo dos tempos, incluindo, recentemente, a melhor amiga da sua filha. Desde então, Nel vivia ainda mais determinada a encontrar respostas. Agora, é ela que aparece morta. Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel a temer pela sua vida? Que segredos escondem aquelas águas? Para descobrir a verdade, Jules ver-se-á forçada a enfrentar recordações e medos terríveis há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.

Um livro profundamente original e surpreendente sobre as formas devastadoras que o passado encontra para voltar a assombrar-nos no presente. Paula Hawkins confirma, de forma triunfal, a sua mestria no entendimento dos instintos humanos, numa história com tanta ou maior intensidade do que A Rapariga no Comboio.

 


1


Escrito na Água, de Paula Hawkins


Editado em 2017 pela Topseller