
O tatuador de Auschwitz é baseado numa história verídica e decorre entre 1942 e 1945. Lale Solokov tem de tatuar os prisioneiros que chegam ao campo de concentração que são marcados para sobreviver e apaixona-se por Gita quando faz a tatuagem no seu braço.
Este romance é de certa forma comovente e, ao mesmo tempo, arrepiante pelas várias descrições aos horrores cometidos contra seres humanos.
Por mais livros que se escrevam sobre esta fase negra da história, fico sempre com a sensação de incredulidade e de espanto perante a capacidade de sobrevivência do ser humano.
Gostei de ler este testemunho em forma de romance.
3 comentários:
Já li e gostei ... mas acho que há um certo excesso de romantismo, propositado, talvez para não ser uma leitura tão pesada, tendo em conta o tema que aborda.
Beijinho
Desiludiu-me muito. Tanto tempo no primeiro lugar no top de vendas, e depois... achei demasiado simples, demasiado "limpo" para uma época tão suja...
As reticências na frase acima dizem mais de que palavras. Esperava outra coisa, e nem sei o quê.
- às vezes acho que devia ficar de castigo a ler Os médicos da morte de Philippe Aziz, livro que comprei e em que nunca tive coragem de pegar, porque se me queixo de demasiado cor-de-rosa, ali não há nenhum...
Também gostei do livro, mas faz-nos pensar na sorte que temos em viver neste tempo.
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