
Sinopse: Forçados por uma trágica circunstância, Will Schwalbe e a mãe ficam longas horas em salas de espera de hospitais. Para passar o tempo, decidem falar dos livros que estão a ler. Através das suas leituras, percebemos o quanto os livros são reconfortantes, surpreendentes e maravilhosos.
Opinião: Adoro falar sobre livros, sobre leituras e trocar impressões sobre tudo o que aprendemos com eles (e ainda sobre a vida). Acho que andei demasiado tempo a adiar a leitura deste livro por considerar que se tratava de um tema pesado, porém, não poderia estar mais enganada dado que Mary Anne é uma pessoa única e corajosa.
Will Swalble é editor de livros e partilha com a mãe a paixão pela leitura. A partir do momento em que a mãe, Mary Anne tem de fazer tratamentos no hospital, uma vez que o cancro no pâncreas se generalizou, eles formam um clube de leitura muito especial e trocam livros que vão lendo.
“Ler não é o oposto de fazer, é o oposto de morrer”.
Mary Ann começava sempre um livro pelo fim, espreitando o seu final, porque para ela o que interessa é aproveitar o pouco tempo que lhe resta. Já o filho, que nem sempre concorda com as interpretações e gostos da mãe, tenta acompanhar e perceber melhor os seus pontos de vista. É ainda uma forma de a acompanhar nesta fase difícil e de conseguir falar de temas sensíveis como a morte, sempre através das leituras que fazem.
Este livro é sobretudo uma homenagem à memória da mãe, a essa mulher solidária, bondosa e sempre preocupada com os outros (e nem a doença a faz desistir de angariar fundos para a construção de uma biblioteca no Afeganistão).
Uma ode à vida vivida com sabedoria, à leitura, aos livros e aos laços que se criam pela troca de ideias e pensamentos.
“Os livros são as ferramentas mais poderosas do arsenal humano, que ler todo o tipo e livros seja em formato for- eletrónico, impresso ou audiolivro- é a melhor forma de entretenimento, bem como a maneira de tomarmos parte da conversa da humanidade”.
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6 comentários:
Um livro que parece ser bem interessante.
Também, de vez em quando tenho o hábito de ir ler as páginas finais.
Bem patente aquia força de viver!
Beijinhos Edite
Houve uma época que não conseguia controlar-me e espreitava o fim dos livros... :s
Felizmente, isso passou rápido xD
Ainda bem que passou
A pressa é inimiga da perfeição, o que é como quem diz que a leitura de um bom livro estaria irremediavelmente arruinado por essa curiosidade precipitada
Ainda era muito novo...e confuso :-D
Gostei muito do livro e acho que todos devem ler. Só não dei 5 estrelas porque li outro do género em que gostei mais da escrita.
Quanto a ler o final, só digo:
Nãooo, as páginas finais nuncaaaa!!!!
ahahah!
A juventude é desculpa para muita coisa
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