Uma das coisas que adoro é ir à Biblioteca, pelo espaço, pelo cheiro dos livros e pela possibilidade de trazer um ou mais livros para casa [sem gastar dinheiro]. É como uma espécie de catarse, a qual permite espairecer as vistas e folhear os livros que mais chamam à atenção.
Em todo o processo, vejo as dez prateleiras que lá existem (ou serão mais?) e, sem qualquer ideia pré-definida (ainda não sei qual vai ser o escolhido), há sempre um ou outro que diz "leva-me para casa". Eu dou sempre ouvidos à intuição e os livros vêm à minha mão todos satisfeitos.
Quem gosta de livros sabe perfeitamente o que se sente ao comprar determinado exemplar e também percebe a importância de fazer uma boa escolha.Eu passeio pelas prateleiras e não seleciono, apenas sinto. Às vezes é um apelo visual. Outras, uma edição recente. Outras há ainda que o escritor merece ser conhecido e sair dali um pouco.
Curiosamente, da última vez que estive na bilioteca trouxe O Bicho da Seda, de Robert Gallbraith, que me foi recomendado,aqui no blogue, pela Magda e pela Fátima Bento, e O Pianista de Hotel, de José Rodrigues de Carvalho, por causa de ser recente e pelo bichinho que matou o gato: a curiosidade.
Não sei se conseguirei ir todas as semanas à Biblioteca, mas vou tomando nota das recomendações que vocês vão fazendo para que a je não se perca.
Bom fim-de semana!


9 comentários:
Há quanto tempo já não entro numa biblioteca... Shame on me :-(
E gostaste? Estou para comprar O Pianista de Hotel - é mesmo comprar, tenho todos os outros livros do Rodrigo, mas só compro quando for para começar a ler no mesmo dia...
Diz se gostaste...
Bom fim de semana
Por acaso, é um bom lugar para nos perdermos
As bibliotecas são lugares mágicos, onde não só me perco, mas não me importava de passar mais tempo, vendo todos os autores a pedirem-me, para os conhecer.
"As bilbiotecas são lugares mágicos", sem dúvida . Acho que estamos em sintonia.
Eu gosto de me perder por lá, mas depois trago mais livros do que aqueles que consigo ler.
Fátima, ainda não li. Estou a terminar de ler Dom Casmurro, de Machado de Assis. Depois conto tudo.
Beijinhos.
Shame on you!!!
É tão bom
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